segunda-feira, junho 29, 2009

FreeBSD



O FreeBSD é um sistema operacional livre do tipo Unix descendente do BSD desenvolvido pela Universidade de Berkeley.

Está disponível para as plataformas Intel x86, DEC Alpha, Sparc, PowerPC e PC98 assim como para as arquiteturas baseadas em processadores de 64bits IA-64 e AMD64.

Considerado como robusto e estável, geralmente é utilizado em servidores, como de Internet ou Proxies, mas também pode ser utilizado como estação de trabalho.

Características

O FreeBSD é um sistema operacional multiusuário, capaz de executar em multitarefa. Ainda que o FreeBSD não possa ser chamado apropriadamente de Unix por não estar sob a licença do The Open Group, ele foi desenvolvido para ser compatível com a norma POSIX assim como outros clones do Unix.

O FreeBSD possui um sistema de arquivos próprio chamado Fast File System (FFS) que é uma derivação do Unix File System (UFS).

Ports

O Sistema de Ports, também chamado de Coleção de Ports ou simplesmente Ports, é um "sistema de instalação" de pacotes prático e eficiente utilizado pelo FreeBSD. Consiste numa estrutura de diretórios, os quais possuem arquivos (Makefiles) que especificam todos os pré-requisitos da instalação, como se deve compilar o código fonte, e o necessário para a instalação dos binários criados de um determinado pacote no sistema. Isto de forma praticamente automática, com pouca ou nenhuma intervenção do usuário.

O suporte do Ports é tão abrangente, possuindo atualmente mais de 20.000 softwares (abril/2009), que dificilmente é necessário procurar programas em outras fontes.

Arquivos binários pré-compilados do Ports são chamados de "pacotes" e estão disponíveis para download. Eles podem ainda ser automaticamente instalados sabendo-se o nome do pacote e passando este como parâmetro para o comando "pkg_add -r".

Compatibilidade binária com Linux

O FreeBSD fornece compatibilidade binária com muitas outras variações do Unix. O mesmo também é compativel com o OS GNU/Linux. A razão por trás disso está em poder utilizar programas desenvolvidos para Linux, geralmente comerciais, que só são distribuídos em forma binária e que por isso não podem ser portados para o FreeBSD sem a vontade de seus criadores.

Esta extensão permite que os usuários usem a maioria dos programas que são distribuídas apenas em binários Linux. Quando comparado com o número de programas nativos disponíveis pelo Ports, a quantidade desses programas é insignificante.

Alguns aplicativos que podem ser utilizados sobre a compatibilidade Linux incluem StarOffice, Netscape, Adobe Acrobat, RealPlayer, VMware, Oracle, WordPerfect, Skype, Doom 3, Quake 4, a série Unreal Tournament, Beonex e outros. Geralmente não há perda de performance na utilização de binários Linux em vez de programas nativos do FreeBSD.

Mascote e lema

Os derivados do BSD em geral tem como mascote um diabinho vermelho chamado Daemon que significa demônio em grego, mas na realidade se refere a programas que rodam na memória autonomamente para servir requisições.

Até 2005, o Beastie era o "logotipo" do FreeBSD, quando foi aberta uma competição para escolher um novo símbolo para o projeto. Em 8 de outubro, ganhou o desenho feito por Anton K. Gural para ser o novo símbolo do FreeBSD.

O lema do FreeBSD é The Power to Serve, ou seja, "O Poder de servir", obviamente se referindo a sua aplicação como servidor.

História e desenvolvimento do FreeBSD

O projeto FreeBSD teve seu nascimento no início de 1993, em parte como uma consequência do conjunto de manutenção não-oficial do 386BSD (Unofficial 386BSD Patchkit). O primeiro lançamento oficial foi o FreeBSD 1.0 em dezembro de 1993, coordenado por Jordan Hubbard, Nate Williams e Rod Grimes.

O objetivo original era produzir um snapshot intermediário do 386BSD, de forma a poder corrigir uma série de problemas com este sistema, que o mecanismo de manutenção não era capaz de resolver. Alguns se lembrarão do nome inicial do projeto que era 386BSD 0.5 ou 386BSD Interim em referência a este fato.

386BSD era o sistema operacional de Bill Jolitz, que já estava naquele instante sofrendo quase um ano de negligência. Como o mecanismo de manutenção patchkit se tornava mais e mais desconfortável a cada dia que passava, fomos unânimes em decidir que algo tinha que ser feito e decidimos ajudar Bill oferecendo a ele este snapshot interim. Tais planos foram bruscamente interrompidos quando Bill Jollitz decidiu repentinamente retirar sua sanção ao projeto sem nenhuma indicação clara do que deveria ser feito. Não levou muito para decidirmos que o objetivo continuava a valer a pena, mesmo sem a ajuda de Bill, e então adotamos o nome FreeBSD, sugerido por David Greenman.

O Início da divulgação e distribuição do sistema

Nossos objetivos iniciais foram definidos depois de consultar os usuários recentes do sistema e, uma vez estando claro que o projeto estava na estrada para, talvez, tornar-se uma realidade, entrei em contato com a Walnut Creek CDROM, com o olho aberto à possibilidade de aperfeiçoar os canais de distribuição do FreeBSD para as pessoas que não tinham acesso à Internet.

Walnut Creek CDROM não apenas aprovou a idéia de distribuir o FreeBSD em CD, mas também foi mais longe, ao ponto de oferecer ao projeto uma máquina para trabalho dedicado e uma conexão rápida com a Internet. Sem esta confiança, sem precedentes, da Walnut Creek CDROM no que era, naquele momento, um projeto completamente desconhecido, é muito provável que o FreeBSD não tivesse chegado tão longe e tão rápido ao ponto em que está hoje.

A primeira distribuição em CDROM (e na Internet em geral) foi o FreeBSD 1.0, lançado em Dezembro de 1993. Era baseado na fita 4.3BSD-Lite (Net/2) da Universidade da Califórnia, Berkeley (U.C. Berkeley), com muitos componentes originados do 386BSD e da Fundação do Software Livre (Free Software Foundation). Foi um sucesso razoávelmente grande para uma primeira aparição e nós continuamos o ciclo com uma versão altamente bem sucedida, o FreeBSD 1.1 release de Maio de 1994.

Transição e impedimentos

Por volta desta época (1994), algumas nuvens de tempestade inesperadas começaram a se formar no horizonte, conforme a Novell e U.C. Berkeley acertaram ao longo do processo penal entre ambas, a respeito da situação legal da fita contendo o Net/2 de Berkeley. Uma das condições do acordo eram as concessões da U.C. Berkeley que implicava que grandes trechos do Net/2 fossem códigos impedidos e de propriedade da Novell, que havia por sua vez adquirido-os da AT&T algum tempo antes.

O que a Berkeley recebeu em retribuição foi a bênção da Novell para o lançamento da versão 4.4BSD-Lite que, quando acontecesse, seria declarado como impedido e todos os usuários do Net/2 seriam fortemente encorajados a mudar de sistema para a nova versão. Isso incluiu o FreeBSD, ao projeto foi dado o prazo final de Julho de 1994 para parar de distribuir seu produto baseado na versão Net/2. Sob tais termos de acordo, o projeto poderia lançar uma última versão antes do prazo em questão, o que originou o FreeBSD 1.1.5.1.

O FreeBSD definiu então a árdua tarefa de literalmente se reinventar a partir de um sistema completamente novo e consideravelmente incompleto, o 4.4BSD-Lite. As versões Lite continham grandes blocos de código a menos, removidos pelo CSRG de Berkeley (devido a várias decisões legais), códigos necessários para a construção de um sistema inicializável e que podia ser utilizado em produção e o fato é, que a conversão do 4.4 para a plataforma Intel era altamente incompleta.

O projeto levou até Novembro de 1994 para concluir esta transição, quando lançou a versão 2.0 do FreeBSD na rede mundial e em CDROM ( em Dezembro ). Apesar de um pouco bruta naquele instante, a versão teve um sucesso significante, e foi seguida pelo FreeBSD 2.0.5, mais robusto e de mais fácil instalação, em Junho de 1995.

Breve histórico de versões

Lançamos o FreeBSD 2.1.5 em Agosto de 1996, que foi bastante popular entre os provedores de internet (ISP) e as empresas a ponto de justificar a viabilidade de outra versão no ramo 2.1-STABLE. Esta versão foi o FreeBSD 2.1.7.1, lançado em Fevereiro de 1997, que marcou o término do desenvolvimento mainstream do 2.1-STABLE. Agora em manutenção, apenas aperfeiçoamentos de segurança e outras correções críticas são realizadas neste ramo (RELENG_2_1_0).

O ramo 2.2 do FreeBSD foi iniciado a partir da série parcial de desenvolvimento (-CURRENT) em Novembro de 1996, foi intitulado ramo RELENG_2_2, e a primeira versão completa (2.2.1) foi lançada em Abril de 1997. Versões posteriores ao longo do ramo 2.2 foram criadas no verão e outono de 1998, sendo a última delas (2.2.8) lançada em Novembro de 1998, marcando o início do fim do ramo 2.2.

A árvore foi ramificada mais uma vez, em 20 de Janeiro de 1999, iniciando os ramos 4.0-CURRENT e 3.X-STABLE. A partir da 3.X-STABLE, a versão 3.1 foi lançada, em 15 de Fevereiro de 1999; a versão 3.2 foi lançada em 15 de Maio de 1999; a 3.3 em 16 de Setembro de 1999; a versão 3.4 em 20 de Dezembro de 1999, e a 3.5 em 24 de Junho de 2000, que foi complementada um pouco depois com uma pequena atualização de segurança, o 3.5.1, que incorporava algumas correções de segurança de última hora para o Kerberos. Esta se tornou a versão final para o ramo 3.X.

Outro ramo foi iniciado em 13 de Março de 2000, de forma emergencial na metade do ramo 4.X-STABLE, considerado agora o ramo -STABLE corrente. Posteriormente houve várias versões desta série: 4.0-RELEASE foi apresentado ao mundo em Março de 2000, e a versão mais recente, 4.10-RELEASE surgiu em Maio de 2004. Existiriam versões adicionais ao longo do ramo 4.X-STABLE (RELENG_4) ainda em 2003.

A versão 5.0-RELEASE, muito aguardada, foi anunciada em 19 de Janeiro de 2003. O resultado culminante de aproximadamente três anos de trabalho, esta versão colocou o FreeBSD no caminho do suporte avançado a multiprocessamento simétrico, suporte avançado a aplicações multithread e apresentou ao público suporte às plataformas UltraSPARC® e IA64. Esta versão foi seguida pela 5.1 em Junho de 2003.

Além de um número muito grande de novas funcionalidades, as versões 5.X do FreeBSD contém ainda uma série de trechos em desenvolvimento em todas as arquiteturas de sistemas relacionadas. Por tal razão, as versões 5.X são consideradas versões de Nova Tecnologia, enquanto a série 4.X atua como versões de Produção. No momento apropriado, a série 5.X será declarada estável e o trabalho mais recente será destinado ao próximo ramo de desenvolvimento, o 6.0-CURRENT.

Por hora, projetos de desenvolvimento que requerem mais tempo continuam sendo realizados no ramo 5.X-CURRENT, e versões SNAPshot da série em CDROM (e lógico, na rede) estão contínuamente sendo disponibilizadas a partir do servidor de snapshots e apresentado como trabalho em progresso.

Produtos baseados no FreeBSD

Windows 7 em português chega a 31 de Outubro

A versão portuguesa do Windows 7 tem a data de chegada ao mercado prevista para o dia 31 de Outubro, apenas nove dias depois da disponibilização da versão inglesa, com lançamento previsto para o dia 22 de Outubro.

Tal como acontece com outras versões destinadas a países comunitários, a versão portuguesa não inclui o Internet Explorer como parte do sistema operativo, cabendo ao utilizador escolher o "browser" a utilizar.

Os preços anunciados para Portugal vão desde os 119.99 euros, na versão de "upgrade" do Home Premium até aos 319 euros, na versão Ultimate completa.

A questão da língua do sistema operativo levanta sempre algumas questões, sendo obviamente mais fácil para a maioria dos utilizadores usar o sistema operativo na sua linguagem nativa, mas para outros, que necessitam de actualizações mais rápidas ou de uma maior compatibilidade com outros programas, a versão inglesa poderá apresentar vantagens.

Todos os nossos computadores usam sistema operativo em inglês, dado que as primeiras actualizações surgem nesta língua, incluindo versões "beta" ou de teste, sendo ainda compatíveis em termos de linguagem com programas que não existem em português, pelo que preferimos manter uma certa uniformidade e evitar possíveis conflitos.

FreeDOS completa 15 anos


O FreeDOS, sistema operacional alternativo ao MS-DOS e compatível com o mesmo, acaba de completar 15 anos de existência.

http://sourceforge.net/forum/forum.php?forum_id=971311
http://www.freedos.org
Fonte: http://www.osnews.com/story/21740/FreeDOS_Turns_15

sexta-feira, junho 26, 2009

MOSFET

O transistor MOSFET (acrônimo de Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor, ou transistor de efeito de campo de semicondutor de óxido metálico), é, de longe, o tipo mais comum de transistores de efeito de campo em circuitos tanto digitais quanto analógicos.

A palavra "metal" no nome é um anacronismo vindo dos primeiros chips, onde as comportas (gates) eram de metal. Os chips modernos usam comportas de polisilício, mas ainda são chamados de MOSFETs. Um MOSFET é composto de um canal de material semicondutor de tipo N ou de tipo P e é chamado respectivamente de NMOSFET ou PMOSFET. Geralmente o semicondutor escolhido é o silício, mas alguns fabricantes, principalmente a IBM, começaram a usar uma mistura de silício e germânio (SiGe) nos canais dos MOSFETs. Infelizmente muitos semicondutores com melhores propriedades elétricas do que o silício, tais como o arsenieto de gálio, não formam bons óxidos nas comportas e portanto não são adequados para os MOSFETs. O IGFET é um termo relacionado que significa Insulated-Gate Field Effect Transistor, e é quase sinônimo de MOSFET, embora ele possa se referir a um FET com comporta isolada por um isolante não óxido.

Corte transversal de um MOSFET tipo N (NMOS).

O terminal de comporta é uma camada de polisilício (sílicio policristalino) colocada sobre o canal, mas separada do canal por uma fina camada de dióxido de silício isolante. Quando uma tensão é aplicada entre os terminais comporta (gate) e fonte (source), o campo elétrico gerado penetra através do óxido e cria uma espécie de "canal invertido" no canal original abaixo dele. O canal invertido é do mesmo tipo P ou tipo N, como o da fonte ou do dreno, assim, ele cria um condutor através do qual a corrente elétrica possa passar. Variando-se a tensão entre a comporta e a fonte se modula a condutividade dessa camada e torna possível se controlar o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte.


Existem também modelos de Amplificador operacional baseados na tecnologia FET/MOSFET, muito úteis e com grande utilização na indústria eletrônica

Modos de operação do MOSFET

A operação de um MOSFET pode ser dividida em três diferentes modos, dependendo das tensões aplicadas sobre seus terminais. Para o NMOSFET os modos são:

  • Região de Corte: quando Vgs <>

onde Vgs é a tensão entre a comporta (gate) e a fonte (source) e Vth é a Tensão de threshold (limiar) de condução do dispositivo

O transístor permanece desligado, e não há condução entre o dreno e a fonte. Enquanto a corrente entre o dreno e fonte deve idealmente ser zero devido à chave estar desligada, há uma fraca corrente invertida.
  • Região de Triodo (ou região linear): quando Vgs > Vth e Vds <>
O transístor é ligado, e o canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e fonte. O MOSFET opera como um resistor, controlado pela tensão na comporta. A corrente do dreno para a fonte é ,
I_D= \frac{\mu_n C_{ox}}{2}\frac{W}{L}(2(V_{GS}-V_{th})V_{DS}-V_{DS}^2)
  • Região de Saturação: quando Vgs > Vth e Vds > Vgs - Vth
O transístor fica ligado, e um canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. Como a tensão de dreno é maior do que a tensão na comporta, uma parte do canal é desligado. A criação dessa região é chamada de pinçamento (pinch-off). A corrente de dreno é agora relativamente independente da tensão de dreno (numa primeira aproximação) e é controlada somente pela tensão da comporta de tal forma que ,
I_D = \frac{\mu_n C_{ox}}{2}\frac{W}{L}(V_{GS}-V_{th})^2

Em circuitos digitais, os MOSFETs são usados somente em modos de corte e de saturação. O modo de triodo é usado mais em aplicações de circuitos analógicos.

Realidade

Autocad Map 3d 2010

Caso tenham este Erro a instalar o Autocad Map 3D 2010 num Windows Vista 64 Bits.

2009/6/26:10:18:09 Utilizador UTILIZADOR-PC === Setup started on UTILIZADOR-PC by Utilizador ===2009/6/26:10:18:50 Utilizador UTILIZADOR-PC === Setup started on UTILIZADOR-PC by Utilizador ===2009/6/26:10:19:00 Utilizador UTILIZADOR-PC === Setup ended ===
2009/6/26:10:21:39 Utilizador UTILIZADOR-PC Install Microsoft Visual C++ 2008 Redistributable (x86) Failed Installation aborted, Result=16032009/6/26:10:22:58 Utilizador UTILIZADOR-PC Install Microsoft Visual C++ 2008 Redistributable (x86) Failed Installation aborted, Result=1603

Basta fazerem o download do Microsoft Visual C++ 2008 Redistributable (x64)

http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?familyid=90548130-4468-4BBC-9673-D6ACABD5D13B

terça-feira, junho 23, 2009

UAC do Windows 7

UAC do Windows 7 no nível padrão é uma falha de segurança
O UAC do Windows Vista (Controle de Conta de Usuário) é considerado chato para muita gente, apesar de ter sido uma das melhores coisas introduzidas no Windows. Devido reclamações dos usuários insatisfeitos, a MS deu uma modificada na forma como a proteção trabalha no Windows 7.

Por natureza o UAC roda todos os programas com privilégios limitados, sem permissão de escrita nas pastas globais do sistema e em chaves globais do registro. Se o usuário baixar e executar um keylogger ou malware qualquer, por exemplo, ele não será instalado no sistema de forma a afetar arquivos do Windows ou outras contas de usuários, apenas aquela local. Quando um programa precisa de permissão (por exemplo, um instalador) ele deve ser executado com direitos administrativos, aí vem a confirmação num ambiente isolado, fora do desktop "comum". Se "pipocar" na tela um aviso do UAC sem que o usuário tenha feito nada, é algum programa tentando acesso, basta negar e procurar uma forma de eliminá-lo. E claro, se a pessoa ver o aviso e ainda assim autorizar a instalação de algo desconhecido, tudo pode acontecer.

No Windows 7, no nível padrão do UAC algumas aplicações do Windows não pedem elevação, ou seja, rodam diretamente, com direitos administrativos (caso o usuário logado seja um administrador, e a conta padrão criada após a instalação é). A MS teria feito então uma lista de aplicações que são liberadas, que já vem com o Windows. Como resultado, várias coisas no Windows 7 não mostram o aviso. No entanto, isso permite que outros programas sejam rodados como administrador sem passar pela confirmação, com injeção de código.

Long Zheng, um programador, postou o código fonte de um programa que roda processos passando despercebidos pelo UAC do Windows 7 no seu nível padrão. A MS diz que isso não é um problema (seria uma característica do nível "padrão", com menos avisos) e não pretende consertá-lo.

A melhor forma de se prevenir usando o Windows 7 é configurar o UAC para sempre avisar, deixando a proteção no máximo. Com isso ele trabalha de forma parecida como é no Vista, sem dar direitos administrativos a aplicações do próprio Windows.

Quem usa o Windows 7 com o UAC no nível padrão dele já deve ter percebido que, algumas ações que no Vista exibem o aviso e pedem confirmação, no 7 rodam diretamente.

O Windows 7 final ainda não foi lançado, mas como a MS falou que não pretende mudar isso, não há muito o que fazer senão deixar a proteção no nível máximo mesmo. Desativar o UAC não seria recomendável, mas de forma alguma é um risco tão grave. Usuários experientes que usariam Windows XP, 2000 ou anteriores "sem pegar vírus", podem usar o Vista ou Sevem com o UAC desativado que não terão problemas.

Quanto código-fonte do programa que demonstra como burlar o UAC em sua configuração padrão no Windows 7, e um vídeo mostrando ele na prática, veja em:

http://www.istartedsomething.com/[...]video-demonstration-source-code-released/

http://www.pretentiousname.com/misc/win7_uac_whitelist2.html

Via OS News

segunda-feira, junho 22, 2009

Microsoft Morro Antivirus (x86)

A Microsoft tomou uma medida inesperada. Ela pretendia lançar, no segundo semestre de 2009, uma solução antivírus gratuita, por ora conhecida pelo codinome “Morro”. A solução será baseada no Windows Live OneCare, pacotão de segurança pago, via assinatura, atualmente restrito aos EUA e alguns outros poucos países, dentre os quais não se encontra Portugal. O OneCare, aliás, será descontinuado em 30 de junho de 2009

De acordo com o anúncio oficial, o “Morro” será um programa independente, distribuído via download, e compatível com os Windows XP, Vista e 7. Ele, apesar de ser baseado no OneCare, não trará as ferramentas não-relacionadas a segurança deste, como, por exemplo, compartilhamento de impressoras, e manutenção automática do sistema. O impacto disso pode ser amenizado através de outras soluções, separadas do “Morro”, que tragam essas ferramentas não-relacionadas à segurança. Nada sobre isso, porém, foi dito.

O “Morro”, em conjunto com o Windows Defender, presente nos Windows Vista e 7, além do XP (mediante download), serão importantíssimos como uma barreira mínima de segurança para computadores recém-comprados, ou de propriedade de leigos e/ou despreocupados com segurança. Testes comparativos mostram que a engine do OneCare não é das melhores (na realidade, é uma das piores do mercado), mas, entre isso e nada, não preciso dizer o que é melhor, né?

quinta-feira, junho 18, 2009

Nos mínimos detalhes....


Bem indicação

ExpoFacic Cantanhede 2009


Preços e Convites
O preço do bilhete de uma entrada na Expofacic é de 2,50€ já com IVA, por
cada dia.
No quinto dia o preço de cada entrada é de 5,00 € já com IVA e no penúltimo
dia do evento o preço de cada entrada é de 15,00 €, já com IVA. Pode ser
adquirido bilhete de entrada para a totalidade dos dez dias do evento ao
preço de 35,00 €, já com IVA incluído.
Cada expositor terá direito a um número de convites grátis correspondentes
ao stand alugado, podendo ainda adquirir, ao custo de €1,50 cada convite,
uma quantidade não superior a 250 convites, e ao preço de 2,50€ cada, um
número ilimitado de convites.
As crianças com menos de 12 anos (com 11 anos inclusive) não pagam
entrada, podendo, em caso de dúvida, ser exigida a apresentação do Bilhete
de Identidade ou documento idóneo. Se este não for apresentado, haverá
lugar ao pagamento da entrada.

Hi5 Ocultações

Hi5 – Personalização de Perfil
Ocultações
Código Base:
Código:
Ocultar Videos:
Código:
Ocultar Grupos:
Código:
Ocultar Diário:

Código:
Ocultar Álbum de Fotos:

Código:
Ocultar Estilo de Vida:

Código:
Ocultar Escolas:
Código:
Ocultar Widgets:
Código:
Ocultar Menu de Perfil:

Código:
Ocultar Amigos:
Código:
Ocultar Amigos em Comum:

Código:
Ocultar Actualizações:
Código:
Ocultar Ultima Visita:

Código:
Ocultar Player de Musica:
Código:
Ocultar Topo:
Código:
Ocultar Fim da Página:
Código:
Ocultar Dados Gerais:

Código:
Ocultar Interesses:

Código:
Ocultar Fives:

Código:
Ocultar Comentários:

Código:
Ocultar Detalhes do Utilizador:

Código:
Ocultar url:
Código:
Ocultar links de denuncia:

Código:
Ocultar links das fotos:

Código:
Ocultar titulo Sobre Mim:

Código:
Ocultar titulo Interesses:

Código:
Ocultar titulo Comentários:
Código:
Ocultar bordas:
Código:
Ocultar profile comments status:
Código:
Ocultar foto do álbum mas deixar o nome:

Código:
Ocultar os link's "Adiciona, Comentários etc:
Código:
Ocultar Estatísticas:

Código:
Ocultar letras das Estatísticas mas deixar as barras:

Código:
Ocultar o titulo do Estilo de vida:


Código:
Ocultar titulo que diz Sobre mim:


Código:

Fonte de alimentação PSU

Uma fonte de alimentação é um aparelho ou dispositivo eletrônico constituído por 4 blocos de componentes elétricos: um transformador de força (que aumenta ou reduz a tensão), um circuito retificador, um filtro capacitivo e/ou indutivo e um regulador de tensão.

Uma fonte de alimentação é usada para transformar a energia elétrica sob a forma de corrente alternada (CA) da rede em uma energia elétrica de corrente contínua, mais adequada para alimentar cargas que precisem de energia CC.

Numa fonte de alimentação do tipo linear, a tensão alternada da rede elétrica é aumentada ou reduzida por um transformador, retificada por diodos ou ponte de diodos retificadores para que somente os ciclos positivos ou os negativos possam ser usados, a seguir estes são filtrados para reduzir o ripple (ondulação) e finalmente regulados pelo circuito regulador de tensão.

Um outro tipo de fonte de alimentação é a chamada fonte chaveada, onde se alimenta com tensão CA uma etapa retificadora (de alta ou baixa tensão), filtra-se através de capacitores e a tensão resultante é "chaveada" ou comutada (transformada em tensão CA de alta freqüência) utilizando-se transistores de potência. Essa energia "chaveada" é passada por um transformador (para elevar ou reduzir a tensão) e finalmente retificada e filtrada. A regulação ocorre devido a um circuito de controle com realimentação que de acordo com a tensão de saída altera o ciclo de condução do sinal de chaveamento, ajustando a tensão de saída para um valor desejado e pré definido. A vantagem é que o rendimento de potência é maior e a perda por geração de calor bem menor do que nas fontes lineares. Além disso necessita de transformadores menores e mais leves. A desvantagem é a emissão de ruídos e radiação de alta frequência devido à alta freqüência de chaveamento

Esquema Eletrico

Tensões fornecidas pelas fontes

Os dispositivos que compõem o computador requerem níveis diferentes de tensão para seu funcionamento. Por isso, as fontes de alimentação fornecem, essencialmente, quatro tipos de tensão (em Volts - V):

5 V - utilizada na alimentação de chips, como processadores, chipsets e módulos de memória;

- 5 V - aplicada em dispositivos periféricos, como mouse e teclado;

12 V - usada em dispositivos que contenham motores, como HDs (cujo motor é responsável por girar os discos) e drives de CD ou DVD (que possui motores para abrir a gaveta e para girar o disco);

- 12 V - utilizada na alimentação de barramentos de comunicação, como o antigo ISA (Industry Standard Architecture).

Os valores descritos acima são usados no padrão de fonte conhecido como AT (Advanced Technology). No entanto, o padrão ATX (Advanced Technology Extended), quando lançado, apresentou mais uma tensão: a de 3,3 V, que passou a ser usada por chips (principalmente pelo processador), reduzindo o consumo de energia.

As fontes ATX também trouxeram um recurso que permite o desligamento do computador por software. Para isso, as fontes desse tipo contam com um sinal TTL (Transistor-Transistor Logic) chamado Power Supply On (PS_ON). Quando está ligada e em uso, a placa-mãe mantém o PS_ON em nível baixo, como se o estive deixando em um estado considerado "desligado". Se a placa-mãe estiver em desuso, ou seja, não estiver recebendo as tensões, deixa de gerar o nível baixo e o PS_ON fica em nível alto. Esse sinal pode mudar seu nível quando receber ordens de ativação ou desativação dos seguintes recursos:

Soft On/Off - usado para ligar/desligar a fonte por software. É graças a esse recurso que o Windows ou o Linux consegue desligar o computador sem que o usuário tenha que apertar um botão do gabinete;

Wake-on-LAN - permite ligar ou desligar a fonte por placa de rede;

Wake-on-Modem - possibilitar ligar ou desligar a fonte por modem.

O sinal PS_ON depende da existência de outro: o sinal 5VSB ou Standby. Como o nome indica, esse sinal permite que determinados circuitos sejam alimentados quando as tensões em corrente contínua estão suspensas, mantendo ativa apenas a tensão de 5 V. Em outras palavras, esse recurso é o que permite ao computador entrar em modo de descanso. É por isso que a placa de vídeo ou o HD podem ser desativados e o computador permanecer ligado.

O sinal Power Good

O sinal Power Good é uma proteção para o computador. Sua função é comunicar à máquina que a fonte está apresentando funcionamento correto. Se o sinal Power Good não existir ou for interrompido, geralmente o computador desliga automaticamente. Isso ocorre porque a interrupção do sinal indica que o dispositivo está operando com voltagens alteradas e isso pode danificar permanentemente um componente do computador. O Power Good é capaz de impedir o funcionamento de chips enquanto não houver tensões aceitáveis.

O Power Good é um recurso existente já no padrão AT. No caso do padrão ATX, seu sinal recebe o nome de Power Good OK (PWR_OK) e sua existência indica a disponibilização das tensões de 5 V e de 3,3 V.

Potência das fontes de alimentação

Se um dia você já teve que comprar ou pesquisar o preço de uma fonte de alimentação para seu computador, certamente pode ter ficado em dúvida sobre qual potência escolher. No Brasil, é muito comum encontrar fontes de 300 W (watts), no entanto, dependendo de seu hardware, uma fonte mais potente pode ser necessária. Para saber quando isso é aplicável, deve-se saber quanto consome cada item de seu computador. A tabela abaixo mostra um valor estimado:

ITEM
CONSUMO
Processadores topo de linha (como Pentium 4 HT e Athlon 64) 60 W - 110 W
Processadores econômicos (como Celeron e Duron) 30 W - 80 W
Placa-mãe 20 W - 100 W
HDs e drives de CD e DVD 25 W - 35 W
Placa de vídeo sem instruções em 3D 15 W - 25 W
Placa de vídeo com instruções em 3D 35 W - 110 W
Módulos de memória 2W - 10 W
Placas de expansão (placa de rede, placa de som, etc) 5 W - 10 W
Cooler 5 W - 10 W
Teclado e mouse 1 W - 15 W

Obviamente esses valores podem variar, pois não são precisos. Além disso, o consumo de energia de determinados dispositivos pode depender do modelo e do fabricante. O importante é que você analise a quantidade de itens existentes em seu computador e adquira uma fonte que possa atender a essa configuração de maneira estável. Por exemplo, se você tiver uma máquina com processador Athlon 64 FX, com dois HDs, um drive de CD/DVD, placa de vídeo 3D, mouse óptico, entre outros, uma fonte de 250 W não é recomendável. Basta somar as taxas de consumo desses itens para notar:

Athlon 64 FX 100 W (valor estimado)
HD (cada) 25 W + 25 W (valor estimado)
Drive de CD/DVD 25 W (valor estimado)
Placa de vídeo 3D 80 W (valor estimado)
Mouse óptico + teclado 10 W (valor estimado)
Total 265 W *

* sem considerar os demais itens (placa-mãe, pentes de memória, etc).

É importante considerar ainda que dificilmente uma fonte de alimentação fornece a potência máxima indicada. Por isso, é bom utilizar uma fonte que forneça certa "folga" nesse aspecto. Para a configuração citada acima, por exemplo, uma fonte de 350 W seria adequada.

Conectores AT e ATX

Os conectores das fontes AT e ATX são mostrados a seguir. Repare que o único que muda entre um padrão e outro é o conector que alimenta a placa-mãe. No caso do padrão AT, esse conector possui 12 fios. No padrão ATX, esse conector possui 20 vias (há modelos com 24 vias).

Além disso, o encaixe do conector ATX é diferente, pois seus orifícios possuem formatos distintos para impedir sua conexão de forma invertida. No padrão AT, é comum haver erros, pois o conector é dividido em duas partes e pode-se colocá-los em ordem errada. A seqüência correta é encaixar os conectores deixando os fios pretos voltados ao centro.



Abaixo segue uma ilustração que mostra os sinais e tensões de cada pino dos conectores para placas-mãe de fontes AT e ATX:


Tensão Pino Cor Cor Pino Tensão
+3.3 V 1

13 +3.3 V
+3.3 V 2

14 -12 V
Terra 3

15 Terra
+5 V 4

16 PS_ON
Terra 5

17 Terra
+5 V 6

18 Terra
Terra 7

19 Terra
Power OK 8

20 -5 V(opcional)
+5 VSB 9

21 +5 V
+12 V 10

22 +5 V
+12 V 11

23 +5 V
+3.3 V 12

24 Terra

Existe ainda o conector que alimenta drives de CD/DVD, HDs e alguns modelos de coolers:

Conector para HDs e drives de CD/DVD

Há também o conector que alimenta o drive de disquete:

Conector para drive de disquete

Por fim, em alguns modelos (projetados principalmente para o processador Pentium 4) existe ainda um conector auxiliar de 6 pinos (com três vias em 0 V, duas em 3,3 V e uma em 5 V) e outro com 4 pinos denominado "conector 12V" (dois em 12 V e dois em 0 V), cujo local de encaixe é visto a seguir:

Encaixe de conector auxiliar

Esse esquema com 3 conectores para a placa mãe é denominado ATX12V.

quarta-feira, junho 17, 2009

PhysX

Introdução

PhysX é o nome, onde se esconde a nova unidade de processamento físico da Ageia.

Com esta nova revelação da Ageia, os utilizadores de jogos irão poder desfrutar de um realismo estupendo e de uma performance nunca antes vista, no que diz respeito aos cenários e movimentação de objectos nos jogos.

Animações como explosões, movimento de cabelos, dinâmica de fluidos, entre outros, irão ser o principal alvo de cálculos por parte da PPU da Ageia.

É importante referir que a Ageia apenas se encarrega de fabricar os processadores, o resto fica a cargo de outras entidades tais como Asus e BFG.
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Arquitectura
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A arquitectura deste chip PPU é semelhante a qualquer chip PPU que possa existir no futuro e está estruturado de acordo com os resultados obtidos em testes já efectuados. Como tal a hierarquia de memória deste chip específico não possui qualquer cache. Podemos encontrar unidades de processamento paralelo com enormes unidades de vírgula flutuante (FPU).

Como podemos ver pela figura, encontramos o PPU Control Engine (PCE), que é o núcleo RISC na PPU, vários Vector Processing Engine (VPE), que comparando com um GPU são os pixel shaders, e ainda PPU's data processing engine (DPE), responsáveis pelos cálculos efectuados.

Esta arquitectura em contraste com uma arquitectura semelhante, tal como a Cell-like PPU, permite obter valores de largura de banda mais elevados pelo facto de as transferências de memória não serem feitas em token-ring.

O interface de ligação de uma placa que implemente este chip da Ageia poderá ser baseado em PCI 2.0 ou PCI Express (PCI-E) visto que ambos são suportados pela arquitectura do integrado.

O PCE é baseado numa arquitectura RISC com um microprocessador MIPS64. Assume-se que este chip utilize VLIW's (Very Long Instruction Word) fixos de 64bits. Podemos também encontrar 16 registos por cada VPU, 8 locais para a FPU e 8 partilhados para a GRU (Global Register Unit).

Como já foi referido, a hierarquia de memória não apresenta qualquer tipo de cache pois quando se efectuam cálculos físicos, o conceito de localidade não existe e os princípios de cache acabam por criar mais dificuldades arquitecturais, não obtendo assim qualquer tipo de optimização bem como desempenho.



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Especificações
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Em relação ao processador podemos extrair as seguintes especificações:

* 125 Milhões de transístores;
* 182 mm^2 de circuito integrado;
* 0.13 micron technology;
* 20 Biliões de instruções por segundo (no máximo);
* 2 Tb de largura de banda no chip;
* Optimizado para 32-bit floating-point;
* Sistema multi-core;
* Preparados para BUS PCI-Express;
* 20 watts de consumo.


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Funcionalidades e Benefícios anunciados pela AGEIA PhysX

* Massively Parallel Physics Architecture;
* AGEIA Universal Continuous Collision Detection;
* AGEIA Physical Smart Particle Technology;
* AGEIA Complex Object Physics System;
* AGEIA Scalable Terrain Fidelity;
* AGEIA Dynamic Gaming Framework.

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Vantagens

Suportar física avançada é extremamente intensivo em termos computacionais, baseado apenas num conjunto de algoritmos, exigindo uma quantidade tremenda cálculos lógicos e matemáticos com uma elevada largura de banda. Para resumir, é necessário um processador extremamente desenvolvido e especializado para ambientes com funcionalidades como:

* Explosões que causem pó e destroços;
* Personagens, com geometrias complexas para movimentos e interacções mais realistas;
* Folhagens vistosas que reajam aos movimentos das personagens;
* Fumo e nevoeiro denso que se adaptem;

Juntamente com o CPU e GPU de um computador, a AGEIA PhysX Processing Unit (PPU) permite a criação destes cenários espectaculares.



Lista de Jogos Disponíveis a usar esta tecnologia

Game Title Developer Platform
2 Days to Vegas Steel Monkeys PC
Adrenalin 2: Rush Hour Gaijin Entertainment PC
Age of Empires III Distineer Studios PC, Mac
Age of Empires III: The WarChiefs Distineer Studios Mac
Alpha Prime Black Element Software PC
Auto Assault Net Devil PC
Backbreaker Natural Motion TBA
B.A.S.E. Jumping Digital Dimension Development PC
Bet on Soldier: Blackout Saigon Kylotonn Entertainment PC
Bet on Soldier: Blood of Sahara Kylotonn Entertainment PC
Bet on Soldier: Blood Sport Kylotonn Entertainment PC
Beowulf Ubisoft PS3, X360
Bladestorm: The Hundred Years' War Koei PS3, X360
Captain Blood Akella PC, X360
Cellfactor: Combat Training Artifical Studios, Immersion Games PC
Cellfactor: Revolution Artifical Studios, Immersion Games PC
City of Villains Cryptic Studios PC
Crazy Machines II FAKT Software PC
Cryostasis Action Forms PC
Dark Physics The Game Creators PC
Desert Diner Tarsier Studios PC
Dragonshard Atari PC
Dusk 12 Orion PC
Empire Above All IceHill PC
Empire Earth III Mad Dog Software PC
Entropia Universe MindArk PC
Fallen Earth Icarus Studios PC
Fury Auran Games PC
Gears Of War Epic Games PC, X360
Gluk'Oza: Action GFI Russia PC
GooBall Ambrosia software Mac
Gothic 3 Piranha Bytes PC
Gunship Apocalypse FAKT Software PC
Heavy Rain Quantic Dream PC
Hero's Jorney Simutronics PC
Hour of Victory nFusion Interactive X360
Hunt, The Orion PC
Huxley Webzen, Inc PC, X360
Infernal Metropolis Software PC
Inhabited island: Prisoner of Power Orion PC
Joint Task Force Most Wanted Entertainment PC
Kuma\WAR Kuma Reality Games PC
Magic ball 3 Alawar Entertaiment PC
Mass Effect BioWare PC, X360
Medal of Honor: Airborne EA Los Angeles PC, X360
Metro 2033 4A Games PC
Mobile Suit Gundam: Crossfire BEC PS3
Monster Madness: Battle for Suburbia Artificial Studios PC, X360
Monster Truck Maniax Legendo Entertainment PC
Myst Online: URU Live Cyan Worlds PC
Open Fire BlueTorch Studios PC
Paragraph 78 Gaijin Entertainment PC
Pirates of the Burning Sea Flying Lab Software PC
PT Boats: Knights of the Sea Akella PC
Rail Simulator Kuju Entertainment Ltd PC
Red Steel Ubisoft Paris Wii
Rise Of Nations: Rise Of Legends Big Huge Games PC
Roboblitz Naked Sky Entertainment PC, X360
Sacred 2 ASCARON Entertainment PC
Sherlock Holmes: The Awakened Frogwares Game Development Studio PC
Showdown: Scorpion B-COOL Interactive PC
Silverfall Monte Cristo PC
Sovereign Symphony Ceidot Game Studios PC
Sonic and the Secret Rings SEGA Wii
Speedball 2 Kylotonn Entertainment PC
Stalin Subway, The Orion PC
Stoked Rider: Alaska Alien Bongfish Interactive Entertainment PC
Switchball Atomic Elbow PC
Tension Ice-pick Lodge PC
Tom Clancy's Ghost Recon Advanced Warfighter GRIN PC, X360
Tom Clancy's Ghost Recon Advanced Warfighter 2 GRIN, Ubisoft Paris PC, X360
Tom Clancy's Rainbow Six Vegas Ubisoft Montreal PC, PS3, X360
Tom Clancy's Splinter Cell: Double Agent (multiplayer) Ubisoft Shanghai PC, X360
Tortuga: Two Treasures Ascaron Entertainment PC
Two Worlds Reality Pump PC
Ultra Tubes Eipix PC
Unreal Tournament 3 Epic Games PC, PS3, X360
Unreal Tournament 3: Extreme Physics Mod Epic Games PC
Warfare GFI Russia PC
Warmonger: Operation Downtown Destruction Net Devil PC
W.E.L.L. Online Sibilant Interactive PC
Winterheart's Guild Zelian Games PC, X360
WorldShift Black Sea Studios PC



Note: This game listing is not representative of all titles that will be available, just those that AGEIA and it's developer and publisher partners are able to disclose. To avoid confusion, PC titles that do not take advantage of AGEIA PhysX hardware acceleration are ommitted from this listing.

Abusar

Mcdonalds E as suas Batatas

domingo, junho 07, 2009

O seu PC é compativel com o Windows 7?

É sabido que os requisitos de sistema para o Windows 7 são bastante inferiores aos do Windows Vista. Caso tenha comprado um computador novo nestes últimos 5 anos, a probabilidade de ser capaz de instalar o Windows 7 é bastante elevada, mas pode existir alguns problemas de incompatibilidade ou até pouca memória ram. Obviamente se for a uma loja, o mais provável é o aconselharem a fazer um upgrade ou até mesmo comprar uma máquina nova de modo a tirar partido de todas as funcionalidades do Windows 7. Caso pretenda uma segunda opinião, a Microsoft lançou uma versão beta do Windows 7 Upgrade Advisor. É um pequeno utilitário que pode (e deve) ser executado numa máquina com Windows XP ou Vista e que determina se seu sistema está apto para o futuro Windows 7. Basicamente, o aplicativo verifica a memória do seu computador, processador, capacidade de armazenamento (disco rígido ou SSD), placa gráfica, bem como verifica problemas de compatibilidade com algum software para Windows. Caso o seu computador não passe no teste, o Advisor informa-o e tentar prever algumas medidas (upgrades) que o utilizador pode tomar para que o seu computador fique preparado para o Windows 7. É importante certificar-se de que os dispositivos USB que utiliza regularmente, desde a impressora, mouse, disco rígido externo, ou até mesmo o scanner estão conectados quando realizar o teste.

Mais uma vez voltamos a relembrar os requisitos minímos para o Windows 7:

  • Processador 1GHz ou mais rápido.
  • Processador 32 bits (x86) ou 64 bits (x64).
  • 1 GB de RAM (32-bit) ou 2 GB de RAM (64-bit).
  • 16 GB de espaço disponível em disco (32-bit) ou 20 GB (64 bits).
  • Placa gráfica DirectX 9 com dispositivo Windows Display Driver Model 1.0 ou superior.

terça-feira, junho 02, 2009

E Não Viveram Felizes Para Sempre

ano: 2007
› estreia nacional: 15 de Novembro de 2007 (#3 na 1ª semana)
› estreia mundial: 05 de Janeiro de 2007

país: EUA, Alemanha
género: Animação, Comédia
distribuidora: ZON Lusomundo

realização
Paul J. Bolger, Yvette Kaplan

intérpretes
Sarah Michelle Gellar, Freddie Prinze Jr., Andy Dick, Patrick Warburton, Sigourney Weaver

versão portuguesa
Fernanda Serrano, Helena Laureano, Cláudia Cadima, Manuel Marques, Rui Oliveira, Pedro Giestas, Martinho Silva, Bruno Ferreira, Ana Catarina, Carla de Sá, Carlos Vieira d'Almeida, André Maia, Heitor Lourenço, Helena Montez, João Craveiro, José Jorge Duarte, Luís Lucas, Pedro Oliveira, Teresa Sobral

sinopse
Era uma vez no País dos Contos de Fadas onde tudo corre bem: Cinderela está no baile, Rapunzel solta o seu longo cabelo e a Bela Adormecida está prestes a receber o grande beijo. Mas mesmo na altura em que tudo se encaminhava para o "viveram felizes para sempre", surge um pequeno obstáculo - o sábio Feiticeiro, que gere a Balança do Bem e do Mal, vai de férias, e os dois assistentes dele, Munk e Mambo, atrapalham-se e deixam Frieda, a Madrasta Malvada da Cinderela, apoderar-se do bastão mágico. O objectivo dela é nada menos que conquistar o País dos Contos de Fadas, deixar os Maus da Fita vencerem, e mudar os finais de todas as histórias para "E Não Viveram Felizes Para Sempre". Agora Cinderela tem um papel completamente diferente. Em vez de esperar que o seu belo Príncipe a encontre, ela irá acordar do seu sonho romântico, procurar uma maneira de derrotar Frieda e recuperar a balança do Bem e do Mal. Com o seu melhor amigo, Rick, e um inacreditável exército de Anões, Fadas, Munk e Mambo a apoiá-la, ela passa à acção. Conseguirá ela salvar o reino e encontrar o verdadeiro amor onde menos espera?

[filme]Fired Up



Elenco: Nicholas D'Agosto, Eric Christian Olsen, Sarah Roemer, Molly Sims, Danneel Harris, David Walton.
Direção: Will Gluck
Genero: Comédia
Sinopse: Os dois rapazes mais populares da escola decidem abandonar o campo de futebol para invadir o campo de treino das chefes de torcida. Tudo, claro, na tentativa de conquistar o maior número de raparigas possível.


Titulo


há pois é.

[filme]The Karate Kid 1984


Karate Kid é um filme de 1984 do diretor John G. Avildsen, estrelado por Ralph Macchio e Pat Morita. É um filme de artes marciais que conta a história de um jovem lutador que deseja aprender Karatê e para isso convence um experiente mestre a lhe dar aulas, que acabam por transformar-se em lições de vida.

Foi um grande sucesso de público e continua popular até a atualidade. Também obteve comentários favoráveis da crítica, tendo Pat Morita recebido uma indicação de melhor ator coadjuvante no Óscar daquele ano e também uma indicação ao Globo de Ouro (na mesma categoria). O filme também foi um dos responsáveis pelo sucesso de algumas músicas que fizeram parte da trilha sonora como Glory Of Love de Peter Cetera.

Elenco

  • Ralph Macchio - Daniel Larusso
  • Pat Morita - Sr. Kesuke Miyagi
  • Elisabeth Shue - Ali Mills
  • Martin Kove - John Kreese
  • Randee Heller - Lucille Larusso
  • William Zabka - Johnny Lawrence
  • Ron Thomas - Bobby Brown
  • Rob Garrison - Tommy
  • Chad McQueen - Dutch
  • Tony O'Dell - Jimmy
  • Israel Juarbe - Freddy Fernandez
  • William Bassett - Sr. Mills
  • Larry B. Scott - Jerry
  • Juli Fields - Susan
  • Dana Andersen - Barbara

[editar] Prêmios e indicações

Indicado ao prêmio de Melhor ator coadjuvante (Pat Morita)
Indicado ao prêmio de Melhor ator coadjuvante em cinema (Pat Morita)
  • Young Artist Awards (1985)
Vencedor na categoria: Best Family Motion Picture - Drama
Vencedor na categoria Best Young Supporting Actress in a Motion Picture Musical, Comedy, Adventure or Drama (Elisabeth Shue)
Indicado ao prêmio: Best Young Supporting Actor in a Motion Picture Musical, Comedy, Adventure or Drama (William Zabka)
  • AFI 100 Years
AFI's 100 Years - 100 Cheers (100 Filmes mais inspiradores) - #98

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