O contrato de uso da rede social LinkedIn acaba de ser atualizado.
Agora, a profissão "prostituta" está proibida mesmo em países onde ela é
tida como legal.
Ficou claro que nem todas as profissões são aceitas da rede social
corporativa. A especificação consta no décimo tópico, onde fala sobre o
que os usuários do site devem ou não devem fazer.
A criação de perfis para divulgar serviços de acompanhante ou
prostituição é uma das coisas proibidas. "Mesmo que isso seja lícito no
local onde você está, criar perfis ou fornecer conteúdo que promova
serviços de acompanhante ou prostituição", diz.
O texto antigo não trazia esses detalhes, segundo o site informou ao
Mashable. Apenas afirmava que não se podia promover nada ilegal.
fonte http://pt.kioskea.net/news/20285-perfis-de-prostitutas-declaradas-no-linkedin-passaram-a-ser-proibidos
Este blog é como um sótão....um local para guardar... Links Textos etc... Tudo o que um dia poderá fazer falta.
quarta-feira, maio 15, 2013
MICROCHIP MCP3008-I/P 10BIT ADC, 2.7V, 8CH, SPI, 16DIP
Informação do Produto
- 10BIT ADC, 2.7V, 8CH, SPI, 16DIP
- Resolution (Bits): 10bit
- Sampling Rate: 200kSPS
- Supply Voltage Type: Single
- Supply Voltage Min: 2.7V
- Supply Voltage Max: 5.5V
- Supply Current: 425µA
- Digital IC Case Style: DIP
- No. of Pins: 16
- Input Channel Type: Pseudo Differential, Single Ended
- Data Interface: Serial, SPI
- Operating Temperature Min: -40°C
- Operating Temperature Max: 85°C
- SVHC: No SVHC (19-Dec-2012)
- Base Number: 3008
- Conversion Time: 10µs
- IC Case Style: DIP
- Linearity Error ADC / DAC +: 1LSB
- No. of Channels: 8
- Operating Temperature Range: -40°C to +85°C
- Package / Case: 16-DIP
- Supply Voltage Range: 2.7V to 5.5V
- Supply Voltage Range - Analogue: 2.7V to 5.5V
- Termination Type: Through Hole
terça-feira, maio 14, 2013
segunda-feira, maio 13, 2013
Em breve, a campanha do "Pirilampo Mágico" de 2013
A campanha "Pirilampo Mágico" de 2013 decorre entre os dias 13 de Maio e 04 de Junho em todo o País, para angariar fundos para as CERCIs, Cooperativas de Solidariedade Social que trabalham com pessoas com deficiência intelectual e/ou multideficiência.
A organização da campanha pertence à FENACERCI, que conjuga os esforços e recursos das várias cooperativas associadas, em parceria com a RDP - Antena 1, repetindo assim uma acção que tem vindo a decorrer ao longo de anos e é essencial para a sustentabilidade de numerosas instituições.
Nesta época de maiores restrições, onde os apoios do Estado são escassos, e mesmo sabendo que a vida está difícil para todos, convidamos os nossos leitores a colaborar, adquirindo um Pirilampo e divulgando a campanha junto de quem possa ajudar.
Google prepara Autenticação mais Segura
Google prepara Autenticação mais Segura:
São cada vez mais frequentes os casos de roubo de dados e de passwords, e o Google não quer facilitar a vida aos hackers... mesmo que para isso tenha que "incomodar" um pouco mais os utilizadores. Para os próximos cinco anos o Google pretende aumentar cada vez mais a segurança do seu sistema de autenticação, que passará a ter como obrigatório o "2-step", mas dará também mais e melhor uso à tecnologia que temos actualmente: como por exemplo, confirmar o login num computador usando o nosso smartphone (onde até poderemos confirmar a localização no mapa).
A política do Google é de que o incómodo adicional inicial se justifica face à segurança acrescida, e ao facto de apenas ter que ser feito uma única vez nos equipamentos "de confiança".
Realmente... considerando que hoje em dia temos smarpthones que sabem sempre por onde andamos... bastaria que o processo de login apenas permitisse acessos de IPs na mesma área geográfica para eliminar grande parte das potenciais tentativas de login feitas por atacantes - mesmo que tivessem a nossa password. (A não ser que o atacante fosse o nosso vizinho! :)
Mas... deixem lá ver se o futuro iPhone vai realmente trazer um leitor de impressões digitais, em cujo caso os processos de autenticação e validação poderão começar a dar uso a isso e rapidamente se alastrar a tudo o resto - incluindo a verificação pela voz.
São cada vez mais frequentes os casos de roubo de dados e de passwords, e o Google não quer facilitar a vida aos hackers... mesmo que para isso tenha que "incomodar" um pouco mais os utilizadores. Para os próximos cinco anos o Google pretende aumentar cada vez mais a segurança do seu sistema de autenticação, que passará a ter como obrigatório o "2-step", mas dará também mais e melhor uso à tecnologia que temos actualmente: como por exemplo, confirmar o login num computador usando o nosso smartphone (onde até poderemos confirmar a localização no mapa).
A política do Google é de que o incómodo adicional inicial se justifica face à segurança acrescida, e ao facto de apenas ter que ser feito uma única vez nos equipamentos "de confiança".
Realmente... considerando que hoje em dia temos smarpthones que sabem sempre por onde andamos... bastaria que o processo de login apenas permitisse acessos de IPs na mesma área geográfica para eliminar grande parte das potenciais tentativas de login feitas por atacantes - mesmo que tivessem a nossa password. (A não ser que o atacante fosse o nosso vizinho! :)
Mas... deixem lá ver se o futuro iPhone vai realmente trazer um leitor de impressões digitais, em cujo caso os processos de autenticação e validação poderão começar a dar uso a isso e rapidamente se alastrar a tudo o resto - incluindo a verificação pela voz.
Ligando estações remotamente com WOL
O Wake on Lan ou simplesmente WOL é
uma tecnologia que permite ligarmos equipamentos remotamente usando uma
rede de computadores. A mágica acontece através do envio de um pacote de dados especiaisque, uma vez recebido pela estação alvo, faz com que o adaptador de rede ligue o host.
Para que isso funcione, o equipamento a
ser ligado remotamente precisa ter um adaptador de rede, um driver de
adaptador e um sistema básico de entrada/saída (BIOS) com suporte ao
recurso Wake on LAN. No Windows, por exemplo, o recurso Wake on LAN está
habilitado por padrão em desktops, mas desabilitado em laptops. Saiba mais…

Já do lado do administrador de sistemas/redes, o pfSense,
por exemplo, possui um módulo de gestão de hosts WOL que permite
centralizarmos as configurações de todos os computadores com suporte ao
recurso. Para acessá-lo basta ir até o menu Services->Wake on LAN.
Aqui é possível administrar hosts ligados a quaisquer segmentos de
redes em que o pfSense faça parte, apenas cadastrando-os através dos
respectivos MAC Address das interfaces de rede.
Você pode ligar estações individualmente
ou todas elas ao mesmo tempo com um único clique. E é possível até
mesmo importar automaticamente para o módulo os hosts clientes DHCP do
próprio pfSense, sem a necessidade de cadastrá-los manualmente.
fonte http://www.pfsense-br.org/blog/2013/05/ligando-estacoes-remotamente-com-wol/
Como ativar o.NET Framework 3.5 no Windows 8
Como ativar o.NET Framework 3.5 no Windows 8 no modo Offline
Por padrão, o Windows 8 inclui o .NET 3.5 (inclui o .NET 2.0 e 3.0). Mas, se o usuário estiver atualizando do Windows 7 para Windows 8, o.NET Framework 3.5 está totalmente ativado. O usuário pode tornar-se de que esse recurso é habilitado por seleção em programas e recursos.
Isso é lista de etapas que o usuário pode fazer para marcá-la:
Etapa 1 :
Vá para configurações. Escolha o painel de controle, em seguida, escolha programas.

Etapa 2:
Clique Turn Windows features on or off, e o usuário verá a janela como a imagem abaixo.

O usuário pode ativar esse recurso, clique em.NET Framework 3.5 (inclui o .NET 2.0 e 3.0), selecione-o e clique em OK. Após essa etapa, ele irá baixar todo o pacote de internet e instalar o recurso do.NET Framework 3.5.
Mas, se o usuário não tiver uma conexão com a internet, essa etapas não podem ser aplicadas.
seguir estão as etapas para habilitar o.NET Framework 3.5 (inclui o .NET 2.0 e 3.0) recurso no modo off-line:
Etapa 1:
Insira o DVD do Windows 8 ou montagem imagem ISO. A origem desse recurso pode ser encontrada na pasta E:\sources\sxs. (Nesse caso, e: letra da unidade do usuário em que o usuário tiver carregado o Windows Media de 8.)
Etapa 2:
Abra CMD.EXE com privilégios administrativos.
Etapa 3:
Execute o seguinte comando Dism.exe / on-line /enable-feature /featurename:NetFX3//LimitAccess de /Source:E:\sources\sxs todos ose tecle Enter.
Depois de concluir a instalação do.NET Framework 3.5, você pode ver que o recurso está ativado.
http://support.microsoft.com/kb/2785188/pt
em versão offline
Instalando o .NET Framework 3.5 sem internet no Windows 8
O Windows 8 acompanha o .NET Framework 4.5 por padrão, mas removeu o suporte ao .NET Framework 3.5 e anteriores (3.0 e 2.0), mostrando uma mensagem pedindo para que o Windows acesse a internet e o baixe para você.

Isso é ótimo - se você não é um técnico de informática ou possui uma internet ruim. O download é de 300 MB, e terá de ser refeito caso você formate o computador ou restaure o Windows.
Ele se encontra na mídia de instalação do Windows 8, apenas não é instalado no sistema. Para instalá-lo, abra a interface Metro (aproximando o Mouse do lado esquerdo da tela ou pressionando a tecla com o símbolo do Windows no teclado), digite cmd (ele abrirá a tela de procura de aplicativos), dê botão direito do Mouse e selecione Executar como administrador, na barra que aparecer nas opções.

No Prompt de comando, usaremos o DISM para adicionar o .NET na instalação do Windows. O DISM é um programa usado por administradores de rede para customizar a instalação do Windows nos computadores da rede.
DISM /online /enable-feature /featurename:NetFX3 /All /Source:D:\sources\sxs /LimitAccess

/online: indica que a instalação do Windows que iremos modificar é a que estamos usando. Usamos /image para indicarmos outra instalação do Windows (o que não vem ao caso neste post).
/all: todas as ferramentas (features) que acompanham o .NET serão instaladas.
/source: Indica o local onde o instalador do .NET se encontra. Note que a letra D: é o disco de instalação do Windows. No seu computador, a letra pode mudar para outra (como F:, E: ou G:. Você pode ver isso no Computador [Windows Explorer]).
/limitaccess: impede o DISM de acessar a internet para realizar a instalação do componente.
Instalando o .NET Framework 3.5 no Windows 8 - http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/vstudio/hh506443.aspx
Operating System Package Servicing Command-Line Options – http://technet.microsoft.com/en-us/library/hh825265.aspx
Fonte
http://documentosdoadm.wordpress.com/2012/10/26/instalando-o-net-framework-3-5-sem-internet-no-windows-8/
sábado, maio 11, 2013
O meu aquario de alevinos alguem me diz quantos sao?!#fish #aquarium #fishtank #TagsForLikes #fishporn #instafish #instagood #swim #swimming #water #coral #reef #reeftank #tropical #tropicalfish #aquaria #photooftheday #freshwater #beautiful #ocean #watertank

via Instagram http://instagram.com/p/ZL2AAHkqVh/
sexta-feira, maio 10, 2013
quarta-feira, maio 08, 2013
Visualizar dados dos Censos 2011 com o QGIS
Felizmente parece que algumas coisas vão mudando no nosso país no
que toca ao acesso a dados. A Base Geográfica de Referenciação da
Informação (BGRI), que outrora foi paga (e bem paga), está
agora disponível a todos até ao nível da subsecção estatística e com um
total de 122 variáveis dos censos 2011 (organizados por população
residente, população presente, famílias, alojamento e edifícios). A página para download, permite descarregar os dados totais para Portugal, ou por regiões e concelhos.

O zip descarregado contém diversos ficheiros, nomeadamente um shapefile (shp, shx e dbf) com os poligonos das subsecções estatísticas e um ficheiro de texto (csv) contendo os valores das variáveis dos censos 2011 (assim como uma nota explicativa das mesmas).
A página de ajuda refere que é possível abrir estes dados recorrendo a software open source, como o QGIS ou gvSIG, mas não exemplifica como fazê-lo. A tarefa, embora não seja difícil, obriga a uns quanto passos. Vamos ver quais são.
Preparar o CSV
Por alguma razão (provavelmente para, ao abrir como folha de cálculo, impor o tipo string), no ficheiros csv, todos os valores do campo GEO_COD contêm um apóstrofo (‘) no início, que impossibilitam a ligação aos dados geográficos, sendo necessário eliminá-los. Para este tipo de tarefas uso geralmente o editor de texto Geany, mas pode ser feito em qualquer editor de texto através da funcionalidade “substituir”, deixando o campo “substituir por” vazio. Felizmente só este campo contém apóstrofos, sendo portanto possível eliminá-los de uma só vez em todo o documento.

Por defeito, o QGIS (através do OGR) lê todos os campos do csv como sendo do tipo texto (string). No entanto, se quisermos definir explicitamente o tipo de dados de cada campo, podemos usar uma técnica que aprendi com o Hugo Martins. Na mesma pasta, basta criar um ficheiro de texto com o mesmo nome que o csv, mas com a extensão .csvt, e numa só linha, separado por virgulas e dentro de aspas, especificamos cada um dos tipos de dados dos campos (Integer, Real, String, Date (YYYY-MM-DD), Time (HH:MM:SS+nn) e DateTime (YYYY-MM-DD HH:MM:SS+nn)).
Para o caso dos ficheiros da BGRI2011, o ficheiro .csvt será qualquer coisa assim.
Abrir os ficheiros no QGIS
A abertura dos ficheiros no QGIS pode ser feita usando o botão ”Adicionar nova camada vectorial”. Para evitar problemas com acentos e cedilhas devemos escolher a codificação “latin1″. Através do botão exibir, chegamos a outro menu onde podemos indicar a localização dos ficheiros. Depois de escolher como tipo de ficheiro “Todos os ficheiros”, podemos seleccionar o ‘shp’ e o ‘csv’ ao mesmo tempo (pressionando o Ctrl) e terminando por clicar em “Abrir” nos dois menus.
Depois
de abertos os ficheiros, há que definir o sistema de coordenadas de
referência correcto para a camada dos dados geográficos, que, tal como
podemos ver pelos metadados,
para portugal continental é o ETRS89/PT-TM06 (EPSG:3763). Isso é feito
clicando com botão direito sobre a camada e escolhendo “Set Layer CRS”. A
forma mais fácil de encontrar o sistema desejado é introduzir o seu
código EPSG no campo do filtro.


Se abrirmos a tabela de atributos da camada de polígonos, podemos verificar que contém todas as variáveis dos censos 2011, que podemos usar para produzir mapas temáticos.

Nota: “bgri11″ é o campo que detém o código da subsecção estatistica, mas poderia usar-se outro nível de informação desde que combinasse os campos e se dissolvesse os polígonos de antemão.

O zip descarregado contém diversos ficheiros, nomeadamente um shapefile (shp, shx e dbf) com os poligonos das subsecções estatísticas e um ficheiro de texto (csv) contendo os valores das variáveis dos censos 2011 (assim como uma nota explicativa das mesmas).
A página de ajuda refere que é possível abrir estes dados recorrendo a software open source, como o QGIS ou gvSIG, mas não exemplifica como fazê-lo. A tarefa, embora não seja difícil, obriga a uns quanto passos. Vamos ver quais são.
Preparar o CSV
Por alguma razão (provavelmente para, ao abrir como folha de cálculo, impor o tipo string), no ficheiros csv, todos os valores do campo GEO_COD contêm um apóstrofo (‘) no início, que impossibilitam a ligação aos dados geográficos, sendo necessário eliminá-los. Para este tipo de tarefas uso geralmente o editor de texto Geany, mas pode ser feito em qualquer editor de texto através da funcionalidade “substituir”, deixando o campo “substituir por” vazio. Felizmente só este campo contém apóstrofos, sendo portanto possível eliminá-los de uma só vez em todo o documento.

Por defeito, o QGIS (através do OGR) lê todos os campos do csv como sendo do tipo texto (string). No entanto, se quisermos definir explicitamente o tipo de dados de cada campo, podemos usar uma técnica que aprendi com o Hugo Martins. Na mesma pasta, basta criar um ficheiro de texto com o mesmo nome que o csv, mas com a extensão .csvt, e numa só linha, separado por virgulas e dentro de aspas, especificamos cada um dos tipos de dados dos campos (Integer, Real, String, Date (YYYY-MM-DD), Time (HH:MM:SS+nn) e DateTime (YYYY-MM-DD HH:MM:SS+nn)).
Para o caso dos ficheiros da BGRI2011, o ficheiro .csvt será qualquer coisa assim.
1
| "integer","string","string","integer","string","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer" |
A abertura dos ficheiros no QGIS pode ser feita usando o botão ”Adicionar nova camada vectorial”. Para evitar problemas com acentos e cedilhas devemos escolher a codificação “latin1″. Através do botão exibir, chegamos a outro menu onde podemos indicar a localização dos ficheiros. Depois de escolher como tipo de ficheiro “Todos os ficheiros”, podemos seleccionar o ‘shp’ e o ‘csv’ ao mesmo tempo (pressionando o Ctrl) e terminando por clicar em “Abrir” nos dois menus.
Depois
de abertos os ficheiros, há que definir o sistema de coordenadas de
referência correcto para a camada dos dados geográficos, que, tal como
podemos ver pelos metadados,
para portugal continental é o ETRS89/PT-TM06 (EPSG:3763). Isso é feito
clicando com botão direito sobre a camada e escolhendo “Set Layer CRS”. A
forma mais fácil de encontrar o sistema desejado é introduzir o seu
código EPSG no campo do filtro.
Unir as tabelas de atributos
Já só falta relacionar as duas camadas. Para isso devemos ir às propriedades da camada dos polígonos (botão direito do rato sobre a camada), e no separador união(joins), adicionar uma nova união. No menu seguinte há que definir como camada a unir a tabela resultante do csv, o campo a unir como “geo_cod” e o campo alvo como “bgri11″ (contém o código da subsecção estatística).
Se abrirmos a tabela de atributos da camada de polígonos, podemos verificar que contém todas as variáveis dos censos 2011, que podemos usar para produzir mapas temáticos.

Nota: “bgri11″ é o campo que detém o código da subsecção estatistica, mas poderia usar-se outro nível de informação desde que combinasse os campos e se dissolvesse os polígonos de antemão.
Definir a representação de pixeis sem valor em mosaicos de imagens VRT
Como está muito bem descrito neste artigo do Duarte Carreira, a criação de catálogos virtuais (vrt) e respectivas pirâmides (overviews) usando o GDAL, permite facilitar e melhorar a performance de visualização de mosaicos de imagens.
Usando o comando gdalbuildvrt para criar o catálogo virtual, as áreas sem valor (NoData) são, por defeito, substituídas pelo valor 0. Em certos caso, o efeito pode não ser o mais desejável.

No entanto, através dos parâmetros -hidenodata e -srcnonata, é possível definir outros valores para os pixeis sem valor. Por exemplo, no comando seguinte escolhi os valores RGB [255, 255, 255] (branco). E o resultado foi uma imagem com o “fundo” branco.

Se pretendermos que pixeis sem valor não sejam representados, podemos usar o parâmetro -addalpha, tornando-os transparentes.

Usando o comando gdalbuildvrt para criar o catálogo virtual, as áreas sem valor (NoData) são, por defeito, substituídas pelo valor 0. Em certos caso, o efeito pode não ser o mais desejável.
gdalbuildvrt mosaico1.vrt --optfile listadeimagens.txt

No entanto, através dos parâmetros -hidenodata e -srcnonata, é possível definir outros valores para os pixeis sem valor. Por exemplo, no comando seguinte escolhi os valores RGB [255, 255, 255] (branco). E o resultado foi uma imagem com o “fundo” branco.
gdalbuildvrt mosaico2.vrt -hidenodata -srcnodata "255 255 255" --optfile listadeimagens.txt

Se pretendermos que pixeis sem valor não sejam representados, podemos usar o parâmetro -addalpha, tornando-os transparentes.
gdalbuildvrt mosaico3.vrt -hidenodata -addalpha --optfile listadeimagens.txt

Fonte http://sigsemgrilhetas.wordpress.com/
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