quarta-feira, maio 15, 2013

Descriminação ou não... no LinkedIn

O contrato de uso da rede social LinkedIn acaba de ser atualizado. Agora, a profissão "prostituta" está proibida mesmo em países onde ela é tida como legal.

Ficou claro que nem todas as profissões são aceitas da rede social corporativa. A especificação consta no décimo tópico, onde fala sobre o que os usuários do site devem ou não devem fazer.

A criação de perfis para divulgar serviços de acompanhante ou prostituição é uma das coisas proibidas. "Mesmo que isso seja lícito no local onde você está, criar perfis ou fornecer conteúdo que promova serviços de acompanhante ou prostituição", diz.

O texto antigo não trazia esses detalhes, segundo o site informou ao Mashable. Apenas afirmava que não se podia promover nada ilegal.

fonte http://pt.kioskea.net/news/20285-perfis-de-prostitutas-declaradas-no-linkedin-passaram-a-ser-proibidos

MICROCHIP MCP3008-I/P 10BIT ADC, 2.7V, 8CH, SPI, 16DIP

Informação do Produto
  • 10BIT ADC, 2.7V, 8CH, SPI, 16DIP
  • Resolution (Bits): 10bit
  • Sampling Rate: 200kSPS
  • Supply Voltage Type: Single
  • Supply Voltage Min: 2.7V
  • Supply Voltage Max: 5.5V
  • Supply Current: 425µA
  • Digital IC Case Style: DIP
  • No. of Pins: 16
  • Input Channel Type: Pseudo Differential, Single Ended
  • Data Interface: Serial, SPI
  • Operating Temperature Min: -40°C
  • Operating Temperature Max: 85°C
  • SVHC: No SVHC (19-Dec-2012)
  • Base Number: 3008
  • Conversion Time: 10µs
  • IC Case Style: DIP
  • Linearity Error ADC / DAC +: 1LSB
  • No. of Channels: 8
  • Operating Temperature Range: -40°C to +85°C
  • Package / Case: 16-DIP
  • Supply Voltage Range: 2.7V to 5.5V
  • Supply Voltage Range - Analogue: 2.7V to 5.5V
  • Termination Type: Through Hole
 
 
 
 
 
 
Um bom chip para adicionar inputs analógicos ao raspberry pi

segunda-feira, maio 13, 2013

Em breve, a campanha do "Pirilampo Mágico" de 2013


A campanha "Pirilampo Mágico" de 2013 decorre entre os dias 13 de Maio e 04 de Junho em todo o País, para angariar fundos para as CERCIs, Cooperativas de Solidariedade Social que trabalham com pessoas com deficiência intelectual e/ou multideficiência.

A organização da campanha pertence à FENACERCI, que conjuga os esforços e recursos das várias cooperativas associadas, em parceria com a RDP - Antena 1, repetindo assim uma acção que tem vindo a decorrer ao longo de anos e é essencial para a sustentabilidade de numerosas instituições.

Nesta época de maiores restrições, onde os apoios do Estado são escassos, e mesmo sabendo que a vida está difícil para todos, convidamos os nossos leitores a colaborar, adquirindo um Pirilampo e divulgando a campanha junto de quem possa ajudar.

Google prepara Autenticação mais Segura

Google prepara Autenticação mais Segura:


São cada vez mais frequentes os casos de roubo de dados e de passwords, e o Google não quer facilitar a vida aos hackers... mesmo que para isso tenha que "incomodar" um pouco mais os utilizadores. Para os próximos cinco anos o Google pretende aumentar cada vez mais a segurança do seu sistema de autenticação, que passará a ter como obrigatório o "2-step", mas dará também mais e melhor uso à tecnologia que temos actualmente: como por exemplo, confirmar o login num computador usando o nosso smartphone (onde até poderemos confirmar a localização no mapa).



A política do Google é de que o incómodo adicional inicial se justifica face à segurança acrescida, e ao facto de apenas ter que ser feito uma única vez nos equipamentos "de confiança".



Realmente... considerando que hoje em dia temos smarpthones que sabem sempre por onde andamos... bastaria que o processo de login apenas permitisse acessos de IPs na mesma área geográfica para eliminar grande parte das potenciais tentativas de login feitas por atacantes - mesmo que tivessem a nossa password. (A não ser que o atacante fosse o nosso vizinho! :)



Mas... deixem lá ver se o futuro iPhone vai realmente trazer um leitor de impressões digitais, em cujo caso os processos de autenticação e validação poderão começar a dar uso a isso e rapidamente se alastrar a tudo o resto - incluindo a verificação pela voz.

Ligando estações remotamente com WOL


Wake on Lan ou simplesmente WOL é uma tecnologia que permite ligarmos equipamentos remotamente usando uma rede de computadores. A mágica acontece através do envio de um pacote de dados especiaisque, uma vez recebido pela estação alvo, faz com que o adaptador de rede ligue o host.
Para que isso funcione, o equipamento a ser ligado remotamente precisa ter um adaptador de rede, um driver de adaptador e um sistema básico de entrada/saída (BIOS)  com suporte ao recurso Wake on LAN. No Windows, por exemplo, o recurso Wake on LAN está habilitado por padrão em desktops, mas desabilitado em laptops. Saiba mais…
wol_pfsense
Já do lado do administrador de sistemas/redes, o pfSense, por exemplo, possui um módulo de gestão de hosts WOL que permite centralizarmos as configurações de todos os computadores com suporte ao recurso. Para acessá-lo basta ir até o menu Services->Wake on LAN. Aqui é possível administrar hosts ligados a quaisquer segmentos de redes em que o pfSense faça parte, apenas cadastrando-os através dos respectivos MAC Address das interfaces de rede.
Você pode ligar estações individualmente ou todas elas ao mesmo tempo com um único clique. E é possível até mesmo importar automaticamente para o módulo os hosts clientes DHCP do próprio pfSense, sem a necessidade de cadastrá-los manualmente.

fonte http://www.pfsense-br.org/blog/2013/05/ligando-estacoes-remotamente-com-wol/

Como ativar o.NET Framework 3.5 no Windows 8

Como ativar o.NET Framework 3.5 no Windows 8 no modo Offline

 

Por padrão, o Windows 8 inclui o .NET 3.5 (inclui o .NET 2.0 e 3.0). Mas, se o usuário estiver atualizando do Windows 7 para Windows 8, o.NET Framework 3.5 está totalmente ativado. O usuário pode tornar-se de que esse recurso é habilitado por seleção em programas e recursos.

Isso é lista de etapas que o usuário pode fazer para marcá-la:
Etapa 1 :
Vá para configurações. Escolha o painel de controle, em seguida, escolha programas.



Etapa 2:
Clique Turn Windows features on or off, e o usuário verá a janela como a imagem abaixo.


O usuário pode ativar esse recurso, clique em.NET Framework 3.5 (inclui o .NET 2.0 e 3.0), selecione-o e clique em OK. Após essa etapa, ele irá baixar todo o pacote de internet e instalar o recurso do.NET Framework 3.5.

Mas, se o usuário não tiver uma conexão com a internet, essa etapas não podem ser aplicadas. 

seguir estão as etapas para habilitar o.NET Framework 3.5 (inclui o .NET 2.0 e 3.0) recurso no modo off-line:

Etapa 1:
Insira o DVD do Windows 8 ou montagem imagem ISO. A origem desse recurso pode ser encontrada na pasta E:\sources\sxs. (Nesse caso, e: letra da unidade do usuário em que o usuário tiver carregado o Windows Media de 8.)



Etapa 2:
Abra CMD.EXE com privilégios administrativos.

Etapa 3:
Execute o seguinte comando Dism.exe / on-line /enable-feature /featurename:NetFX3//LimitAccess de /Source:E:\sources\sxs todos ose tecle Enter.

Depois de concluir a instalação do.NET Framework 3.5, você pode ver que o recurso está ativado.

 
Fonte
 http://support.microsoft.com/kb/2785188/pt

















em versão offline

Instalando o .NET Framework 3.5 sem internet no Windows 8

 

O Windows 8 acompanha o .NET Framework 4.5 por padrão, mas removeu o suporte ao .NET Framework 3.5 e anteriores (3.0 e 2.0), mostrando uma mensagem pedindo para que o Windows acesse a internet e o baixe para você.

Isso é ótimo - se você não é um técnico de informática ou possui uma internet ruim. O download é de 300 MB, e terá de ser refeito caso você formate o computador ou restaure o Windows.
Ele se encontra na mídia de instalação do Windows 8, apenas não é instalado no sistema. Para instalá-lo, abra a interface Metro (aproximando o Mouse do lado esquerdo da tela ou pressionando a tecla com o símbolo do Windows no teclado), digite cmd (ele abrirá a tela de procura de aplicativos), dê botão direito do Mouse e selecione Executar como administrador, na barra que aparecer nas opções.

No Prompt de comando, usaremos o DISM para adicionar o .NET na instalação do Windows. O DISM é um programa usado por administradores de rede para customizar a instalação do Windows nos computadores da rede.
DISM /online /enable-feature /featurename:NetFX3 /All /Source:D:\sources\sxs /LimitAccess

/online: indica que a instalação do Windows que iremos modificar é a que estamos usando. Usamos /image para indicarmos outra instalação do Windows (o que não vem ao caso neste post).
/all: todas as ferramentas (features) que acompanham o .NET serão instaladas.
/source: Indica o local onde o instalador do .NET se encontra. Note que a letra D: é o disco de instalação do Windows. No seu computador, a letra pode mudar para outra (como F:E: ou G:. Você pode ver isso no Computador [Windows Explorer]).
/limitaccess: impede o DISM de acessar a internet para realizar a instalação do componente.

Instalando o .NET Framework 3.5 no Windows 8 - http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/vstudio/hh506443.aspx
Operating System Package Servicing Command-Line Optionshttp://technet.microsoft.com/en-us/library/hh825265.aspx

 Fonte
http://documentosdoadm.wordpress.com/2012/10/26/instalando-o-net-framework-3-5-sem-internet-no-windows-8/

 


 

quarta-feira, maio 08, 2013

Visualizar dados dos Censos 2011 com o QGIS

Felizmente parece que algumas coisas vão mudando no nosso país no que toca ao acesso a dados. A Base Geográfica de Referenciação da Informação (BGRI), que outrora foi paga (e bem paga), está agora disponível a todos até ao nível da subsecção estatística e com um total de 122 variáveis dos censos 2011 (organizados por população residente, população presente, famílias, alojamento e edifícios). A página para download, permite descarregar os dados totais para Portugal, ou por regiões e concelhos.
Screenshot from 2013-05-03 19:46:54
O zip descarregado contém diversos ficheiros, nomeadamente um shapefile (shp, shx e dbf) com os poligonos das subsecções estatísticas e um ficheiro de texto (csv) contendo os valores das variáveis dos censos 2011 (assim como  uma nota explicativa das mesmas).
A página de ajuda refere que é possível abrir estes dados recorrendo a software open source, como o QGIS ou gvSIG, mas não exemplifica como fazê-lo. A tarefa, embora não seja difícil, obriga a uns quanto passos. Vamos ver quais são.
Preparar o CSV
Por alguma razão (provavelmente para, ao abrir como folha de cálculo, impor o tipo string), no ficheiros csv, todos os valores do campo GEO_COD contêm um apóstrofo (‘) no início, que impossibilitam a ligação aos dados geográficos, sendo necessário eliminá-los. Para este tipo de tarefas uso geralmente o editor de texto Geany, mas  pode ser feito em qualquer editor de texto através da funcionalidade “substituir”, deixando o campo “substituir por” vazio. Felizmente só este campo contém apóstrofos, sendo portanto possível eliminá-los de uma só vez em todo o documento.
Captura de ecra de 2013-05-05 12:37:55
Por defeito, o QGIS (através do OGR) lê todos os campos do csv como sendo do tipo texto (string). No entanto, se quisermos definir explicitamente o tipo de dados de cada campo, podemos usar uma técnica que aprendi com o Hugo Martins. Na mesma pasta, basta criar um ficheiro de texto com o mesmo nome que o csv, mas com a extensão .csvt, e numa só linha, separado por virgulas e dentro de aspas, especificamos cada um dos tipos de dados dos campos (Integer, Real, String, Date (YYYY-MM-DD), Time (HH:MM:SS+nn) e DateTime (YYYY-MM-DD HH:MM:SS+nn)).
Para o caso dos ficheiros da BGRI2011, o ficheiro .csvt será qualquer coisa assim.
1
"integer","string","string","integer","string","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer","integer"
Abrir os ficheiros no QGIS
A abertura dos ficheiros no QGIS pode ser feita usando o botão ”Adicionar nova camada vectorial”. Para evitar problemas com acentos e cedilhas devemos escolher a codificação “latin1″. Através do botão exibir, chegamos a outro menu onde podemos indicar a localização dos ficheiros. Depois de escolher como tipo de ficheiro “Todos os ficheiros”, podemos seleccionar o ‘shp’ e o ‘csv’ ao mesmo tempo (pressionando o Ctrl) e terminando por clicar em “Abrir” nos dois menus.
abrir_ficheiros_bgriDepois de abertos os ficheiros, há que definir o sistema de coordenadas de referência correcto para a camada dos dados geográficos, que, tal como podemos ver pelos metadados, para portugal continental é o ETRS89/PT-TM06 (EPSG:3763). Isso é feito clicando com botão direito sobre a camada e escolhendo “Set Layer CRS”. A forma mais fácil de encontrar o sistema desejado é introduzir o seu código EPSG no campo do filtro.
definir_crs

Unir as tabelas de atributos

Já só falta relacionar as duas camadas. Para isso devemos ir às propriedades da camada dos polígonos (botão direito do rato sobre a camada),  e no separador união(joins), adicionar uma nova união. No menu seguinte há que definir como  camada a unir a tabela resultante do csv, o campo a unir como “geo_cod” e o campo alvo como “bgri11″ (contém o código da subsecção estatística).
ligação dos dados
Se abrirmos a tabela de atributos da camada de polígonos, podemos verificar que contém todas as variáveis dos censos 2011, que podemos usar para produzir mapas temáticos.
Densidade_populacional
Nota: “bgri11″ é o campo que detém o código da subsecção estatistica, mas poderia usar-se outro nível de informação desde que combinasse os campos e se dissolvesse os polígonos de antemão.

Definir a representação de pixeis sem valor em mosaicos de imagens VRT

Como está muito bem descrito neste artigo do Duarte Carreira, a criação de catálogos virtuais (vrt) e respectivas pirâmides (overviews) usando o GDAL, permite facilitar e melhorar a performance de visualização de mosaicos de imagens.
Usando o comando gdalbuildvrt para criar o catálogo virtual, as áreas sem valor (NoData) são, por defeito, substituídas pelo valor 0. Em certos caso, o efeito pode não ser o mais desejável.
gdalbuildvrt mosaico1.vrt --optfile listadeimagens.txt
mosaico1_fundo
No entanto, através dos parâmetros -hidenodata e -srcnonata, é possível definir outros valores para os pixeis sem valor. Por exemplo, no comando seguinte escolhi os valores RGB [255, 255, 255] (branco). E o resultado foi uma imagem com o “fundo” branco.
gdalbuildvrt mosaico2.vrt -hidenodata -srcnodata "255 255 255" --optfile listadeimagens.txt
mosaico2_fundo
Se pretendermos que pixeis sem valor não sejam representados, podemos usar o parâmetro -addalpha,  tornando-os transparentes.
gdalbuildvrt mosaico3.vrt -hidenodata -addalpha --optfile listadeimagens.txt
mosaico3
 
 
Fonte http://sigsemgrilhetas.wordpress.com/

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