Este blog é como um sótão....um local para guardar... Links Textos etc... Tudo o que um dia poderá fazer falta.
quarta-feira, fevereiro 06, 2013
DF du linux bash
'Du' - Encontrar o tamanho de um diretório
$ DuDigitando o acima no prompt dá-lhe uma lista de diretórios do diretório atual que existem Junto com de suas dimensões. A última linha da saída dá-lhe o tamanho total do diretório atual, incluindo seus subdiretórios. O tamanho dado inclui os tamanhos dos arquivos e os diretórios que existem no diretório atual, bem como todos os seus subdiretórios. Nota que por padrão, os tamanhos são dadas em kilobytes.
Du $ / home / viper5000O comando acima deve dar-lhe o tamanho do diretório no diretório / home / viper5000
$ Du -hEste comando lhe dá uma melhor saída do que o padrão. A opção '-h' está para o formato legível. Assim, os tamanhos dos arquivos / diretórios são sufixos este tempo com um 'k' se seus kilobytes e 'M' se seus megabytes e 'G' se seus Gigabytes.
$ Du -ahEste comando deve exibir em sua saída, não só mas também os diretórios sob os arquivos que estão presentes no diretório atual. Note que 'du' sempre conta todos os arquivos e diretórios, dando o tamanho final na última linha. Mas o "-a" para exibir os nomes dos arquivos junto com os nomes dos diretórios na saída. '-H' é mais uma vez formato legível.
$ Du -cIsso dá a um total geral como a última linha da saída. Então, se o seu diretório ocupa 30MB as 2 últimas linhas da saída deve ser
30m.30M total de
A primeira linha deve ser a última linha padrão da produção do 'du', indicando o tamanho total do diretório e outra linha Exibindo o mesmo tamanho, seguido de "Total" da cadeia. Isso é útil no caso de você este comando junto com o comando grep para exibir somente o tamanho total final de um diretório, como mostrado abaixo.
$ Du-ch | grep total deEste deve ter apenas uma linha em sua produção que mostra o tamanho total do diretório atual, incluindo todos os subdiretórios.
Nota: No caso de você não está familiarizado com tubos (que faz o comando acima possível) Consulte o artigo n º. 24 Também grep é um dos mais importantes comandos em UNIX. Consulte nenhum artigo. 25 Para saber mais sobre grep.
$ Du-sSerá exibido um resumo do tamanho do diretório. É a maneira mais simples de saber o tamanho total do diretório atual.
$ Du-sEste seria exibido o tamanho do diretório atual Excluindo o tamanho dos subdiretórios existir dentro de que esse diretório. Então, basicamente, mostra o tamanho total de todos os arquivos no diretório atual que existem.
$ Du - = exculde mp3O comando acima irá mostrar o tamanho do diretório atual, juntamente com todos os seus subdiretórios, mas seria excluir todos os arquivos com o padrão fornecido nos seus nomes atuais. Assim, no caso acima, se não passa a ser todos os arquivos mp3 dentro do diretório atual ou qualquer de seus subdiretórios, por seu tamanho não seriam incluídas ao calcular o tamanho do diretório total.
-
'DF' - Encontrar o uso do espaço em disco / disco
$ DFDigitando o acima, gera uma tabela que consiste em seis colunas. Todas as colunas são muito fáceis de entender. Lembre-se que o "tamanho", "usado" e "Avail 'Colunas Use kilobytes como a unidade. A coluna '% Use' mostra o uso como uma percentagem que também é muito útil.
$ Df-hExibe a mesma saída que o comando anterior, mas o 'h' indica o formato legível. Assim em vez de kilobytes como a unidade A saída deve ter o "M" para megabytes e 'G' para Gigabytes.
A maioria dos usuários não usam os outros parâmetros podem ser passados para isso 'DF'. Então, eu não será discutir a eles.
Eu, por sua vez mostrar-lhe um exemplo que eu uso na minha máquina. Na verdade eu tenho guardado isso como um script chamado 'uso' desde que eu usá-lo muitas vezes.
Exemplo:
Eu tenho o meu Linux instalado é / dev/hda1 e eu partições montadas meu Windows também. So 'df' por padrão mostra-me o uso de disco do meu Linux, bem como partições do Windows. E eu só estou interessado no uso do disco das partições Linux. Isto é o que eu uso:
$ Df-h | grep / dev/hda1 | cut-c 41-43
Após este comando para exibir o menu na minha máquina
45%
Isso basicamente faz display 'df' o comando os usos disco de todas as partições e então extrai as linhas com / dev/hda1 Desde que eu só estou interessado nisso. Em seguida, ele corta as personagens da 41 para a coluna 43, uma vez que são as colunas que exibem o uso em%, que é o que eu quero.
Nota: No caso de você não está familiarizado com tubos (que é usado no comando acima), consulte o artigo n º. 24 "Cut" é outra ferramenta disponível no Unix. A utilização acima de Corte que recebe o caracteres As estão presentes nas colunas especificadas. Se você está interessado em saber como você montar partições Windows no Linux, consulte o artigo n º. O terceiro
Existem mais algumas opções que podem ser usadas com 'du' e 'df'. Você pode encontrá-los nas páginas do manual.
man du
ou
man df
| Reacções: |
terça-feira, fevereiro 05, 2013
novo disco para o pfsence
adicionar a linha
newfs /dev/ad1s1
/dev/ad1s1 /mnt/fat ufs rw 0 0
df -h
ver se está tudo ok
Filesystem Size Used Avail Capacity Mounted on
/dev/ad0s1a 8.1G 5.0G 2.4G 68% /
devfs 1.0K 1.0K 0B 100% /dev
/dev/md0 3.6M 50K 3.3M 1% /var/run
/dev/ad1s1 36G 6.0K 33G 0% /mnt/fat
criar a pasta squid
mkdir squid
agora vamos passar os logs para o disco novo
Ir a Proxy server: General settings
Log store directory
/mnt/fat/squid
segunda-feira, janeiro 21, 2013
Raspberry pi Espaço Livre
basta efectuar o comando
df -h viper5000@rasp ~ $ df -h
Sist.fichs Tama Ocup Livre Uso% Montado em
rootfs 7,3G 4,1G 2,9G 59% /
/dev/root 7,3G 4,1G 2,9G 59% /
devtmpfs 212M 0 212M 0% /dev
tmpfs 44M 420K 44M 1% /run
tmpfs 5,0M 0 5,0M 0% /run/lock
tmpfs 88M 0 88M 0% /run/shm
/dev/mmcblk0p1 56M 17M 40M 31% /boot
segunda-feira, junho 29, 2009
FreeBSD


O FreeBSD é um sistema operacional livre do tipo Unix descendente do BSD desenvolvido pela Universidade de Berkeley.
Está disponível para as plataformas Intel x86, DEC Alpha, Sparc, PowerPC e PC98 assim como para as arquiteturas baseadas em processadores de 64bits IA-64 e AMD64.
Considerado como robusto e estável, geralmente é utilizado em servidores, como de Internet ou Proxies, mas também pode ser utilizado como estação de trabalho.
Características
O FreeBSD é um sistema operacional multiusuário, capaz de executar em multitarefa. Ainda que o FreeBSD não possa ser chamado apropriadamente de Unix por não estar sob a licença do The Open Group, ele foi desenvolvido para ser compatível com a norma POSIX assim como outros clones do Unix.
O FreeBSD possui um sistema de arquivos próprio chamado Fast File System (FFS) que é uma derivação do Unix File System (UFS).
Ports
O Sistema de Ports, também chamado de Coleção de Ports ou simplesmente Ports, é um "sistema de instalação" de pacotes prático e eficiente utilizado pelo FreeBSD. Consiste numa estrutura de diretórios, os quais possuem arquivos (Makefiles) que especificam todos os pré-requisitos da instalação, como se deve compilar o código fonte, e o necessário para a instalação dos binários criados de um determinado pacote no sistema. Isto de forma praticamente automática, com pouca ou nenhuma intervenção do usuário.
O suporte do Ports é tão abrangente, possuindo atualmente mais de 20.000 softwares (abril/2009), que dificilmente é necessário procurar programas em outras fontes.
Arquivos binários pré-compilados do Ports são chamados de "pacotes" e estão disponíveis para download. Eles podem ainda ser automaticamente instalados sabendo-se o nome do pacote e passando este como parâmetro para o comando "pkg_add -r".
Compatibilidade binária com Linux
O FreeBSD fornece compatibilidade binária com muitas outras variações do Unix. O mesmo também é compativel com o OS GNU/Linux. A razão por trás disso está em poder utilizar programas desenvolvidos para Linux, geralmente comerciais, que só são distribuídos em forma binária e que por isso não podem ser portados para o FreeBSD sem a vontade de seus criadores.
Esta extensão permite que os usuários usem a maioria dos programas que são distribuídas apenas em binários Linux. Quando comparado com o número de programas nativos disponíveis pelo Ports, a quantidade desses programas é insignificante.
Alguns aplicativos que podem ser utilizados sobre a compatibilidade Linux incluem StarOffice, Netscape, Adobe Acrobat, RealPlayer, VMware, Oracle, WordPerfect, Skype, Doom 3, Quake 4, a série Unreal Tournament, Beonex e outros. Geralmente não há perda de performance na utilização de binários Linux em vez de programas nativos do FreeBSD.
Mascote e lema
Os derivados do BSD em geral tem como mascote um diabinho vermelho chamado Daemon que significa demônio em grego, mas na realidade se refere a programas que rodam na memória autonomamente para servir requisições.
Até 2005, o Beastie era o "logotipo" do FreeBSD, quando foi aberta uma competição para escolher um novo símbolo para o projeto. Em 8 de outubro, ganhou o desenho feito por Anton K. Gural para ser o novo símbolo do FreeBSD.
O lema do FreeBSD é The Power to Serve, ou seja, "O Poder de servir", obviamente se referindo a sua aplicação como servidor.
História e desenvolvimento do FreeBSD
O projeto FreeBSD teve seu nascimento no início de 1993, em parte como uma consequência do conjunto de manutenção não-oficial do 386BSD (Unofficial 386BSD Patchkit). O primeiro lançamento oficial foi o FreeBSD 1.0 em dezembro de 1993, coordenado por Jordan Hubbard, Nate Williams e Rod Grimes.
O objetivo original era produzir um snapshot intermediário do 386BSD, de forma a poder corrigir uma série de problemas com este sistema, que o mecanismo de manutenção não era capaz de resolver. Alguns se lembrarão do nome inicial do projeto que era 386BSD 0.5 ou 386BSD Interim em referência a este fato.
386BSD era o sistema operacional de Bill Jolitz, que já estava naquele instante sofrendo quase um ano de negligência. Como o mecanismo de manutenção patchkit se tornava mais e mais desconfortável a cada dia que passava, fomos unânimes em decidir que algo tinha que ser feito e decidimos ajudar Bill oferecendo a ele este snapshot interim. Tais planos foram bruscamente interrompidos quando Bill Jollitz decidiu repentinamente retirar sua sanção ao projeto sem nenhuma indicação clara do que deveria ser feito. Não levou muito para decidirmos que o objetivo continuava a valer a pena, mesmo sem a ajuda de Bill, e então adotamos o nome FreeBSD, sugerido por David Greenman.
O Início da divulgação e distribuição do sistema
Nossos objetivos iniciais foram definidos depois de consultar os usuários recentes do sistema e, uma vez estando claro que o projeto estava na estrada para, talvez, tornar-se uma realidade, entrei em contato com a Walnut Creek CDROM, com o olho aberto à possibilidade de aperfeiçoar os canais de distribuição do FreeBSD para as pessoas que não tinham acesso à Internet.
Walnut Creek CDROM não apenas aprovou a idéia de distribuir o FreeBSD em CD, mas também foi mais longe, ao ponto de oferecer ao projeto uma máquina para trabalho dedicado e uma conexão rápida com a Internet. Sem esta confiança, sem precedentes, da Walnut Creek CDROM no que era, naquele momento, um projeto completamente desconhecido, é muito provável que o FreeBSD não tivesse chegado tão longe e tão rápido ao ponto em que está hoje.
A primeira distribuição em CDROM (e na Internet em geral) foi o FreeBSD 1.0, lançado em Dezembro de 1993. Era baseado na fita 4.3BSD-Lite (Net/2) da Universidade da Califórnia, Berkeley (U.C. Berkeley), com muitos componentes originados do 386BSD e da Fundação do Software Livre (Free Software Foundation). Foi um sucesso razoávelmente grande para uma primeira aparição e nós continuamos o ciclo com uma versão altamente bem sucedida, o FreeBSD 1.1 release de Maio de 1994.
Transição e impedimentos
Por volta desta época (1994), algumas nuvens de tempestade inesperadas começaram a se formar no horizonte, conforme a Novell e U.C. Berkeley acertaram ao longo do processo penal entre ambas, a respeito da situação legal da fita contendo o Net/2 de Berkeley. Uma das condições do acordo eram as concessões da U.C. Berkeley que implicava que grandes trechos do Net/2 fossem códigos impedidos e de propriedade da Novell, que havia por sua vez adquirido-os da AT&T algum tempo antes.
O que a Berkeley recebeu em retribuição foi a bênção da Novell para o lançamento da versão 4.4BSD-Lite que, quando acontecesse, seria declarado como impedido e todos os usuários do Net/2 seriam fortemente encorajados a mudar de sistema para a nova versão. Isso incluiu o FreeBSD, ao projeto foi dado o prazo final de Julho de 1994 para parar de distribuir seu produto baseado na versão Net/2. Sob tais termos de acordo, o projeto poderia lançar uma última versão antes do prazo em questão, o que originou o FreeBSD 1.1.5.1.
O FreeBSD definiu então a árdua tarefa de literalmente se reinventar a partir de um sistema completamente novo e consideravelmente incompleto, o 4.4BSD-Lite. As versões Lite continham grandes blocos de código a menos, removidos pelo CSRG de Berkeley (devido a várias decisões legais), códigos necessários para a construção de um sistema inicializável e que podia ser utilizado em produção e o fato é, que a conversão do 4.4 para a plataforma Intel era altamente incompleta.
O projeto levou até Novembro de 1994 para concluir esta transição, quando lançou a versão 2.0 do FreeBSD na rede mundial e em CDROM ( em Dezembro ). Apesar de um pouco bruta naquele instante, a versão teve um sucesso significante, e foi seguida pelo FreeBSD 2.0.5, mais robusto e de mais fácil instalação, em Junho de 1995.
Breve histórico de versões
Lançamos o FreeBSD 2.1.5 em Agosto de 1996, que foi bastante popular entre os provedores de internet (ISP) e as empresas a ponto de justificar a viabilidade de outra versão no ramo 2.1-STABLE. Esta versão foi o FreeBSD 2.1.7.1, lançado em Fevereiro de 1997, que marcou o término do desenvolvimento mainstream do 2.1-STABLE. Agora em manutenção, apenas aperfeiçoamentos de segurança e outras correções críticas são realizadas neste ramo (RELENG_2_1_0).
O ramo 2.2 do FreeBSD foi iniciado a partir da série parcial de desenvolvimento (-CURRENT) em Novembro de 1996, foi intitulado ramo RELENG_2_2, e a primeira versão completa (2.2.1) foi lançada em Abril de 1997. Versões posteriores ao longo do ramo 2.2 foram criadas no verão e outono de 1998, sendo a última delas (2.2.8) lançada em Novembro de 1998, marcando o início do fim do ramo 2.2.
A árvore foi ramificada mais uma vez, em 20 de Janeiro de 1999, iniciando os ramos 4.0-CURRENT e 3.X-STABLE. A partir da 3.X-STABLE, a versão 3.1 foi lançada, em 15 de Fevereiro de 1999; a versão 3.2 foi lançada em 15 de Maio de 1999; a 3.3 em 16 de Setembro de 1999; a versão 3.4 em 20 de Dezembro de 1999, e a 3.5 em 24 de Junho de 2000, que foi complementada um pouco depois com uma pequena atualização de segurança, o 3.5.1, que incorporava algumas correções de segurança de última hora para o Kerberos. Esta se tornou a versão final para o ramo 3.X.
Outro ramo foi iniciado em 13 de Março de 2000, de forma emergencial na metade do ramo 4.X-STABLE, considerado agora o ramo -STABLE corrente. Posteriormente houve várias versões desta série: 4.0-RELEASE foi apresentado ao mundo em Março de 2000, e a versão mais recente, 4.10-RELEASE surgiu em Maio de 2004. Existiriam versões adicionais ao longo do ramo 4.X-STABLE (RELENG_4) ainda em 2003.
A versão 5.0-RELEASE, muito aguardada, foi anunciada em 19 de Janeiro de 2003. O resultado culminante de aproximadamente três anos de trabalho, esta versão colocou o FreeBSD no caminho do suporte avançado a multiprocessamento simétrico, suporte avançado a aplicações multithread e apresentou ao público suporte às plataformas UltraSPARC® e IA64. Esta versão foi seguida pela 5.1 em Junho de 2003.
Além de um número muito grande de novas funcionalidades, as versões 5.X do FreeBSD contém ainda uma série de trechos em desenvolvimento em todas as arquiteturas de sistemas relacionadas. Por tal razão, as versões 5.X são consideradas versões de Nova Tecnologia, enquanto a série 4.X atua como versões de Produção. No momento apropriado, a série 5.X será declarada estável e o trabalho mais recente será destinado ao próximo ramo de desenvolvimento, o 6.0-CURRENT.
Por hora, projetos de desenvolvimento que requerem mais tempo continuam sendo realizados no ramo 5.X-CURRENT, e versões SNAPshot da série em CDROM (e lógico, na rede) estão contínuamente sendo disponibilizadas a partir do servidor de snapshots e apresentado como trabalho em progresso.
Produtos baseados no FreeBSD
- Darwin, o kernel do Mac OS X é em grande parte baseado no FreeBSD.
- OpenDarwin, um projeto completamente separado da Apple que foi inicialmente baseado no Darwin.
- PC-BSD é uma distribuição do FreeBSD projetada para uso desktop com instalador e gerenciador de pacotes simplificado.
- BSDeviant é uma distribuição live CD que cabe em um Mini-CD
- ClosedBSD
- GNU/kFreeBSD
- Debian GNU/kFreeBSD
- Ging é uma distribuição live CD baseada no Debian GNU/kFreeBSD, indiretamente baseada no FreeBSD.
- DragonFly BSD
- Firefly BSD
- O projeto FreeSBIE está produzindo distribuições live CD do FreeBSD, similares à distribuição Knoppix do Linux. O projeto FreeSBIE também inclui um conjunto de ferramentas para ajudá-lo a fazer seus próprios live file systems e CDROMs FreeSBIE.
- Frenzy é outro live CD baseado no FreeBSD, direcionado principalmente para usuários russos.
- PicoBSD é uma versão em disquete do FreeBSD.
- m0n0wall é um pacote de firewall baseado no FreeBSD.
- pfSense é um firewall/roteador basedo no m0n0wall e no FreeBSD.
- FreeNAS é um servidor NAS baseado no FreeBSD/m0n0wall.
- TrustedBSD
- Gentoo/FreeBSD
- DesktopBSD
segunda-feira, maio 04, 2009
FreeNAS
FreeNAS
Todos nós temos inúmeros ficheiros espalhados pelos nossos ambientes de trabalho ou mesmo nos discos, se quisermos concentrar tudo isso num local, de modo a poder partilhar com outros utilizadores duma rede, temos que usar um disco externo ligado a um router de rede, ou então, partilhamos as nossas pastas através da rede. Ambas as soluções têm as suas desvantagens.
Se tiver um computador mais velhinho e já sem uso pode instalar nele o FreeNAS de modo a fazer o mesmo que um disco externo de rede mas com muitas mais funções, na minha casa tenho um FreeNAS e dois computadores que partilham a mesma biblioteca de músicas, imagens, filmes e outros documentos e isso está tudo armazenado no FreeNAS (PIV c/3 discos c/320GB cada), biblioteca essa controlada pelo excelente J. River Media Center que é pago, ou poderá usar de forma gratuita o MediaPortal que também apresenta uma qualidade muito interessante.
De referir que o computador com o FreeNAS não necessita de teclado nem de monitor pois tudo é controlado remotamente via browser inclusivamente, aqui está uma breve explicação do FreeNAS:
O FreeNAS é uma solução gratuita e livre de servidor NAS (Network Attached Storage) baseada no FreeBSD, e que suporta diversos protocolos e serviços de comunicação como: CIFS (samba), FTP, NFS, Rsync, autenticação local de utilizadores, suporte a RAID (0,1,5), e com uma interface de gestão via browser.
O sistema inteiro ocupa cerca de 44 MB e pode ser instalado numa PenDrive USB, Compact Flash ou ainda num disco rígido. O instalador pode ser recolhido no site do projecto www.freenas.org
Maiores alterações na versão:
- Alterada a construção do script.
- Actualização do PHP para a versão 5.2.4
- Actualização do lighttpd para a versão 1.4.17.
- Renovados os procedimentos de login, agora mais ao estilo FreeBSD.
- Mais informações ver aqui
Autor: Francisco Faísca
Licença: Open Source
Sistemas Operativos: Windows/Linux
Download: FreeNAS 0.686b1 [43.87MB]
Homepage: FreeNAS


