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quarta-feira, dezembro 21, 2011

Ficha de segurança

Uma das grandes dificuldades com que as equipas de socorro de deparam frequentemente em ações de desencarceramento é a dificuldade em saber onde “cortar” a viatura.

Os 10 minutos necessários até há pouco tempo atrás para abrir um automóvel e retirar um ferido são agora muitos mais com os automóveis de última geração, já que é preciso ter muita informação para o poder fazer de forma segura: onde se encontram os componentes de alta tensão, as cargas dos airbags, que tipo de combustível utiliza a viatura, quais os melhores pontos de corte da carroceria.

O tempo é de ouro quando se trata de resgatar um ferido grave encarcerado num automóvel. Uns minutos podem fazer a diferença entre a vida e a morte.

A Ficha de Segurança é uma folha   com informação técnica para as equipas de socorro na intervenção em acidentes rodoviários.

Tem um formato standard e é válida para toda a Europa.

Permite   ganhar tempo e segurança na prestação de socorro a vítimas encarceradas. 

2 - Taxa de mortalidade em acidentes rodoviários por tempo decorrido
1ª Fase: As mortes que ocorrem durante os primeiros minutos após o acidente são, na sua maioria, impossíveis de evitar. Representam 10% do total de mortes e ocorrem devido a lesões graves. Apenas podem ser reduzidas através de uma adequada prevenção rodoviária.
2ª Fase: As mortes que ocorrem nas primeiras horas após o acidente  representam 75% do total. Esta é a fase em que se pode salvar vidas com a prestação do socorro adequado, de forma rápida e segura. O factor mais importante para a sobrevivência das vítimas é o período de tempo (”GOLDEN HOUR”) entre a ocorrência do acidente e o início da prestação dos cuidados de emergência adequados.
3ª Fase: Decorre nas semanas seguintes ao acidente e representa 15% das mortes, devido a complicações posteriores ao socorro inicial. São necessários muitos esforços e recursos para reduzir a mortalidade nesta fase.


A crescente inovação tecnológica na construção dos veículos dificulta o trabalho das equipas de socorro (diferentes tipos  de combustível, airbags, materiais de construção, etc.).
40% dos desencarceramentos em veículos com 20 anos concretiza-se até 50 minutos. Já nos veículos fabricados há 5 anos, esse tempo é superior a 1 hora.

Grafico

Para as equipas de socorro é fundamental conhecer a marca, o modelo e o ano de fabrico do veículo para compreenderem os detalhes técnicos que afetam o desencarceramento.
Em 25% dos desencarceramentos não se identifica ou identifica-se mal o fabricante, em 45% o modelo e em 65% o ano de fabrico.

Grafico

Cerca de 63% dos problemas com que se deparam as equipas de socorro podem resolver-se mais rapidamente com a Ficha de Segurança (identificar o veículo, sistemas de segurança passiva e a extracção da vítima).



Grafico
Apelar e sensibilizar os condutores para colocarem a Ficha de Segurança no interior de cada veículo;
A Ficha de Segurança tem um formato standard, fácil de interpretar por qualquer equipa de socorro;
Onde conseguir a Ficha de Segurança?
Internet: fichadeseguranca.acp.pt
Delegações do ACP

Imprima em formato A4 a Ficha de Segurança do veículo (marca, modelo e ano exato de fabrico);
Dobre a Ficha em 3 e coloque-a na pala do automóvel no lado do condutor;

Cole o autocolante identificativo no vidro do automóvel, de forma a que, em caso de emergência, as equipas de resgate saibam que dispõe desta informação.





Descarregue a sua ficha

Legenda Geral em Português



Faça aqui o download da ficha de segurança para o seu veículo.

ATENÇÃO: Para cada marca, modelo e ano exacto do veículo existe uma ficha de segurança específica.

  MARCA DOWNLOAD IDIOMA OBSERVAÇÕES 

ABARTH   Clique aqui Espanhol Descarregar o ficheiro .zip e procurar a folha dentro do pdf
ALFA ROMEU Clique aqui Espanhol Descarregar o ficheiro .zip e procurar a folha dentro do pdf
AUDI Clique aqui Alemão Acceso direto ao .pdf com todos os modelos
BMW/MINI Clique aqui Inglês Accesso ao site web com ligações diretas para as folhas
CHEVROLET Clique aqui Espanhol Acceso direto ao .pdf com todos os modelos
CHRYSLER Clique aqui Alemão Accesso ao site web com ligações diretas para as folhas
CITROËN Clique aqui
 
Alemão Accesso ao site web com ligações diretas para as folhas
CS-Reisemobile Clique aqui  Alemão Acceso direto ao .pdf com todos os modelos
DACIA Clique aqui Alemão Acceso direto ao .pdf com todos os modelos
DAIHATSU Clique aqui Alemão Acceso direto ao .pdf com todos os modelos
DODGE Clique aqui Alemão Acceso direto ao .pdf com todos os modelos
FIAT Clique aqui Espanhol Descarregar o ficheiro .zip e procurar a folha dentro do pdf
FIAT transporter Clique aqui Espanhol Descarregar o ficheiro .zip e procurar a folha dentro do pdf
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LUIS Clique aqui Alemão Acceso direto ao .pdf com todos os modelos
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TOYOYA Clique aqui Alemão Accesso ao site web com ligações diretas para as folhas
VW Clique aqui Alemão Acceso direto ao .pdf com todos os modelos
VOLVO Clique aqui Alemão Acceso direto ao .pdf com todos os modelos



Fonte ACT


segunda-feira, novembro 23, 2009

Blended learning


O blended learning, ou B-learning, é um derivado do E-learning, e refere-se a um sistema de formação onde a maior parte dos conteúdos é transmitido em curso à distância, normalmente pela internet, entretando inclui necessariamente situações presenciais, daí a origem da designação blended, algo misto, combinado.

Pode ser estruturado com atividades síncronas, ou assíncronas, da mesma forma que o e-learning, ou seja, em situações onde professor e alunos trabalham juntos num horário pré-definido, ou não, com cada um a cumprir suas tarefas em horários flexíveis. Entretanto o blended learning em geral não é totalmente assíncrono, porque exigiria uma disponibilidade individualizada para encontros presenciais, o que dificulta o atendimento.

Vantagens do B-learning

- Melhor integração pessoal entre os participantes, com consequente troca de experiências.

- Possibilidade de desenvolver dinâmicas coletivas.

- Eventual redução de custos com a formação de grupos, a permitir que toda uma turma inicie o curso e termine no mesmo prazo.

- Melhor capacidade de avaliação dos alunos, em situações ao vivo, especialmente quando o objecto da formação envolve performance de relacionamento e postura do aluno frente ao público.

- Possibilidade de realizar trabalhos de campo e visitas técnicas a locais de interesse.

- Humanização da relação entre a instituição e os alunos.

- Melhores resultados de aprendizagem dentro de prazos estabelecidos, com meios mais diversificados e colaboração entre os alunos mais intensa.

Problemas e riscos do B-learning

- necessidade de organizar turmas presenciais, para redução de custos, com datas definidas, pode limitar o acesso de alunos individuais que queiram estudar programas de forma independente e com prazos mais flexíveis, como no caso do E-learning.

- o curso pode ter um professor a distância (online) e outro professor diferente em aulas presenciais (em alguns casos usam-se múltiplos professores presenciais de acordo com cada tópico), o que pode gerar desagregação da relação professor aluno, e criar situações de falha de comunicação e avaliação, debilitar o relacionamento institucional e tornar a liderança indefinida, com resultado inverso ao da humanização pretendida.

- desvalorização do papel do professor à distância e excessiva valorização do professor presencial. Frequentemente o professor à distância tem a função de tutor, ou seja, não é o principal responsável pelos conteúdos, mas apenas pela relação do aluno com o sistema pedagógico. Já o professor presencial tem mais protagonismo, entretanto não sendo ele quem atende os alunos à distância, os alunos ficam desamparados dos dois lados: aquele que domina o conteúdo não faz atendimento, e quem faz o atendimento não domina totalmente o conteúdo.


Fonte Wiki

quinta-feira, novembro 12, 2009

Praxe académica

Praxe académica, ou simplesmente praxe, consiste no conjunto de tradições, usos e costumes de uma comunidade académica portuguesa.

No que consiste

A praxe académica é um conjunto amplo de tradições, usos e costumes que se praticam e repetem ao longo dos anos no foro universitário, e cuja Alma Mater é Coimbra. Fortemente ligada ao conceito de praxe académica, está a tradição de integrar os caloiros na sua nova escola e nos próprios costumes, pelo que a praxe tem também um ritual iniciático fortemente hierarquizado. Esta ligação é forte de tal modo que por muitas vezes se confunde o conceito de praxe, que é o conjunto de todas as tradições e rituais com o de "gozo ao caloiro". Actualmente, as actividades de recepção ao Caloiro tem sofrido forte contestação e gerado enorme polémica, chegando a haver o instaurar de diversos processos-crime, em razão de práticas que, afinal de contas, nada têm a ver com os ritos iniciáticos da praxis académica.

Associado à praxe académica, está o mote Dura Praxis, Sed Praxis - a praxe é dura, mas é praxe! - baseada no mote latino Dura Lex, Sed Lex .

Origens

A actual praxe académica surge na Universidade de Coimbra. Tem como base uma jurisdição especial (o "foro académico", distinto da "lei civil"), a qual era aplicada por um corpo policial próprio - os Archeiros - sob tutela das autoridades universitárias. O seu papel era o de zelar pela ordem no campus e fazer cumprir as horas de estudo e recolher obrigatório por alunos e professores, sob pena de prisão, sobrepondo-se às autoridades policiais civis. Também tinha a incumbência de evitar a entrada na Universidade dos habitantes da cidade que não fossem estudantes ou professores.

Em 1727, devido à morte de um aluno, D. João V proíbe as investidas feitas pelos veteranos (qualquer aluno com mais de uma matrícula na Universidade): "Hey por bem e mando que todo e qualquer estudante que por obra ou palavra ofender a outro com o pretexto de novato, ainda que seja levemente, lhe sejam riscados os cursos."

No século XIX, o termo "investida" dá lugar aos termos "caçoada" e "troça". Os episódios de violência sucedem-se, com os novos alunos a serem rapados ou obrigados a cantar e a dançar e chega mesmo a haver confrontos físicos com os mais velhos.

Com o fim da polícia universitária em 1834, os estudantes decidem criar uma adaptação desta força policial académica e recuperar os rituais de iniciação. Assim, após o toque vespertino da "cabra" - um dos sinos da torre da Universidade - patrulham as ruas da cidade, em busca de infractores, organizados em "trupe". No final do século XIX, surgem novamente relatos de violência entre estudantes, relacionados com os rituais de iniciação, onde os novos alunos eram obrigados a cantar e dançar, e em que era também frequente cortar-lhes o cabelo. Num destes episódios, um dos praxistas é morto por um caloiro.

A praxe foi entretanto interrompida durante alguns períodos. Durante a Implantação da República a praxe é abolida devido à oposição dos estudantes republicanos, sendo reposta em 1919.

Do século XX à actualidade

Durante o século XX a Universidade de Coimbra tornou-se um centro de luta contra o Salazarismo e a Guerra Colonial. As consequentes represálias culminaram no Luto Académico, em 1961, que levou à suspensão de todas as actividades académicas. Com o fim do regime a 25 de Abril de 1974 a praxe e todo o tipo de actividades académicas, como as festas académicas e até mesmo as tradições académicas foram em muitas academias proibidas. Na altura estudantes ligados à esquerda defendiam a tese que a praxe alienava os estudantes da luta política, por isso sempre foram contra. O ressurgimentos das praxes apenas ocorre no final do anos 70 quando estes estudantes começam a perder peso dentro das academias, principalmente da de Coimbra. Nesta altura, a praxe acaba por se estender para todo o país, deixando de ser um ritual próprio de Coimbra.

A Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto é um exemplo de uma instituição que voltou a re-implantar a tradição do traje académico, durante uns anos através da comissão de praxe da Faculdade de Letras e da Faculdade de Engenharia. Actualmente alguns alunos daquela faculdade são praxados em conjunto com os da Faculdade de Arquitectura que é reconhecida como membro da Academia do Porto. Estas duas faculdades são dois exemplos, entre vários, de instituições de ensino superior onde a recepção aos novos alunos é realizada pela Associação de Estudantes, não havendo lugar a praxes. Na cidade de Lisboa a adesão à praxe aumentou mas lentamente, devido também em parte à imensidão da própria cidade e ao facto de não ser uma cidade académica, como Coimbra ou Évora. Duas excepções são as Faculdades de Ciências e de Farmácia da Universidade de Lisboa, regendo-se por códigos de praxe próprios e tentando respeitar e reavivar a tradição. No entanto, devido à volatilidade própria do meio estudantil, é difícil precisar actualmente qual é a adesão à praxe em cada Universidade.

Têm sido frequentes os relatos de violência física e psicológica cometidos sobre os 'caloiros', tanto nas grandes universidades como nos estabelecimentos de menor dimensão[1]. Os movimentos anti-praxe que entretanto surgiram opõem-se às tradições da Praxe, remetendo para aspectos obscuros e desonrosos destas tradições. Afirmam que o número de relatos é inferior ao número de incidentes que realmente acontecem, enquanto que aqueles vinculados à Praxe negam vigorosamente estas acusações. Assim a sociedade vê-se também dividida entre as duas versões, mantendo-se o actual status quo. Note-se que estes movimentos se opõem ao "gozo ao caloiro" e não a outras actividades académicas mais inofensivas, tais como a Benção de Finalistas, o Baile de Finalistas, as festas académicas, a Queima das Fitas ou a Semana Académica, os jantares académicos, entre outras. Regra geral a adesão à Praxe dos estudantes e a sua participação nas actividades académicas (incluindo o "gozo ao caloiro") tem sido elevada.

Praxe nas escolas básicas e secundárias

Ao longo da adolescência (idades entre os 10 e os 15 anos), as praxes acompanham a vida de um estudante, deixando muitas vezes traumas psicológicos e por vezes até mesmo físicos. No ensino básico, a praxe mais comum, é a utilização de marcadores para riscar a cara e/ou os braços do caloiro. Porém, as praxes nestas idades, podem utilizar outro tipos de produtos (como farinha, ovos, etc). Já no secundário, a praxe sobe de nível, mantém-se a utilização de marcadores para riscar os caloiros, e atiram-se ovos podres, farinha, azeite, vinagre, etc. As novidades são a confecção de sprays (mal cheirosos, ou somente nojentos), para borrifar os caloiros. O acto de submeter um caloiro a humilhação e submissão, também é prática comum.

Contestação

É difícil precisar quando surgiu pela primeira vez a contestação à praxe. Teófilo Braga, que viria a ser Presidente da República, relatava como no seu tempo os estudantes faltavam às aulas para fugir à praxe. Segundo ele, "Enquanto o estudante vivia em Coimbra, envolvido ou exposto às sangrentas investidas, tinha de andar armado até aos dentes". Em 1902, um grupo de anti-praxistas liderados por José de Arruela consegue acabar com o canelão, prática que consistia em agredir os novos alunos à canelada (daí o nome) ao passarem na Porta Férrea, único acesso ao complexo universitário. Em 1903, Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão assinam, em conjunto com outros estudantes, um "manifesto anti-praxe".

A década de 90

Na década de 90 surgem movimentos organizados de combate à praxe, o Movimento Anti «Tradição Académica» (MATA) e o Antípodas.[2] Estes movimentos juntam estudantes na contestação às tradições académicas e têm conseguido criar um clima de debate em torno da praxe, que até aí era assunto tabu.

O filme Rasganço

Em 2000 estreia o filme "Rasganço", de Raquel Freire. Apesar de não conter uma mensagem anti-praxe, o filme é por vezes crítico em relação ao fechamento da Universidade de Coimbra. O Conselho de Veteranos emite um comunicado contra a película.

O manifesto anti-praxe de 2003

Em 2003, o MATA, o Antípodas e a República Marias do Loureiro, de Coimbra[3], juntam-se para elaborar um manifesto anti-praxe[4]. O manifesto foi assinado por dezenas de personalidades, tais como Eduardo Prado Coelho, Baptista Bastos, Pedro Abrunhosa, Pacman, Rosa Mota, Vitorino, José Luís Peixoto, Manuel Cruz, Miguel Guedes e Sérgio Godinho.

As cartas do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

No início do ano lectivo de 2008 o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, enviou uma carta a todas as universidades e institutos politécnicos onde afirma que «a degradação física e psicológica dos mais novos como rito de iniciação é uma afronta aos valores da própria educação e à razão de ser das instituições de ensino superior e deve pois ser eficazmente combatida por todos, estudantes, professores e, muito especialmente, pelos próprios responsáveis das instituições» e sublinha que «a extraordinária gravidade de algumas das ocorrências verificadas, de que resultou, nalguns casos, a própria incapacidade permanente de jovens estudantes, impõe hoje uma nova atitude de responsabilidade colectiva nesta matéria e não permite qualquer complacência com actos que — podendo e devendo ser prevenidos — revelam no espaço do ensino superior português insuportáveis violações do Estado de Direito.»[5]

No início do ano lectivo de 2009 o Ministro, escrevendo de novo às instituições de ensino superior, considera que as praxes «embora afirmando uma intenção de integração dos novos alunos, mais não são que práticas de humilhação e de agressão física e psicológica de índole manifestamente fascista e boçal, indignas de uma sociedade civilizada e inconcebíveis em instituições de educação.» e afirma que «a degradação física e psicológica dos mais novos como rito de iniciação é uma afronta aos valores da própria educação e à razão de ser das instituições de ensino superior e deve ser eficazmente combatida por todos: estudantes, professores e, muito especialmente, pelos próprios responsáveis das instituições.» fazendo igualmente um apelo às associações de estudantes «que num passado ainda bem recente, e em condições difíceis, pugnaram pelos valores da liberdade e da dignidade humana, espera-se um contributo activo, não só não acolhendo nem apoiando acções que, a coberto de pseudo intenções de integração dos jovens estudantes põem objectivamente em causa aqueles valores, como promovendo iniciativas no sentido de uma verdadeira integração na comunidade académica.» [6]

Os julgamentos dos praxistas

A comunicação social tem denunciado vários casos de violência no âmbito das «praxes académicas», onde, entre outros, se contam o de uma estudante de Santarém que foi coberta com excrementos depois de se ter declarado anti-praxe[7], ou o de estudantes das escolas superiores agrárias de Coimbra e de Elvas que ficaram com danos físicos graves irreversíveis. A estudante recorreu aos tribunais e os praxistas foram punidos, naquele que foi o primeiro julgamento relacionado com a praxe.[8]





terça-feira, novembro 10, 2009

Wind Chill


Quando caminhamos, de inverno, contra o vento temos a sensação que a temperatura é muito inferior à medida pelos termómetros. Isto fica a dever-se à dissipação de uma pequena "camada de calor radiante" que nos acompanha quando não há vento.
À temperatura que sentimos, diferente da temperatura real, chama-se efeito de Wind chill..
A expressão que permite calcular este índice em função da temperatura T e da velocidade do vento V é

A partir deste modelo criaram-se tabelas de leitura rápida

.
e gráficos relacionando estas duas variáveis.


Fonte: Instituto de Meteorologia , onde se pode utilizar uma calculadora de Wind chill

CALCULE O ÍNDICE WIND CHILL
Utilize a calculadora para vizualizar o valor do WindChill.
Calcular WindChill, utilizando a temperatura do ar e intensidade do vento. Ver mais»
Temperatura do ar (ºC)
Velocidade do Vento (Km/h)
Nota: Só são aceites: valores da temperatura do ar entre 10ºC e -30ºC valores do vento igual ou superior a 5 km/h

Fonte Meteo & Blog a matematica anda por ai

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