Este blog é como um sótão....um local para guardar... Links Textos etc... Tudo o que um dia poderá fazer falta.
quinta-feira, janeiro 19, 2012
Os Recursos Humanos e as redes sociais.
Hoje em dia é difícil pensar em um mundo off line (desligado) da internet, e o poder das redes sociais pode ser comparado com o poder da passagem de palavras "boca a boca seja por um comando no Google ou Bing que lhe traz inúmeras informações acerca de uma palavra chave digitada, imagem vídeo ou contacto, seja através de redes sociais por meio das quais as pessoas se relacionam, se encontram, trocam informações, fotos, vídeos, estados de “como se sentem”, enfim, actualizam-se de informações.
O poder das redes sociais pode ser comparado com o poder do "boca a boca". Sabe quando não gostávamos de algo ou éramos mal atendidos e falávamos para nossos amigos e conhecidos. Pois é, na rede social acontece o mesmo, com os agravantes que temos muitas ligações “Amigos”, pois elas vão além do físico, do encontro. Outro ponto é que, se um factor relevante para a informação é a credibilidade do interlocutor, imagine se alguém da sua família, ou amigo próximo publica algo, não vai parar para pensar? Assim como analisar e reflectir os motivos e o que se deve passar com essa pessoa.
As empresas estão a adaptar-se a esse contexto embora de forma um pouco diferente consoante os “chefes” ou as secções de Informática querem. Desde processos selectivos, até a possibilidade de os funcionários navegarem em suas redes sociais no ambiente de trabalho, chegando até a processos mais robustos de criação e desenvolvimento como o Crowdsourcing, (é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos colectivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo e soluções ou desenvolver novas tecnologias. O caso mais comum que acontece, o Crowdsourcing é quando a pessoa não sabe como resolver alguma questão informática então faz uma pesquisa no Google e lá chega muitas vezes a fóruns de discussão ou Blog’s e alguém como ele tem aquele problema e onde a solução está lá mais ao menos resolvida. O crowdsourcing possui mão-de-obra barata, pessoas no dia-a-dia usam seus momentos lazer para criar a colaboração. tudo isso vem fazendo parte da realidade corporativa. O facto é que as redes sociais invadiram nosso quotidiano, e quem não aceder a elas perderá uma hipótese importante de comunicação, principalmente com as gerações mais actuais. Ou ganhar uma nova forma de desperdiçar tempo, visto a quantidade de aplicações, posts, actualizações e vídeos estar sempre alguém “on-line” pode perde-se a noção do tempo dispendido nas redes sociais.
Existem muitos profissionais da área de Recursos Humanos que verificam redes sociais de candidatos antes de contratarem. O que tem alguma lógica nada melhor de ver dia para dia como será o dia dessa pessoa e o que ela faz nos tempos livres. Essa prática tem sido muito comum como forma extra de verificar referências. Afinal, se a informação é pública e encontra-se disponível a uns “cliques” porque não verificar? Normalmente, isso é feito no fim do processo selectivo, excepto que a pessoa seja indicada na própria rede social. Se isso ocorrer, normalmente o acesso ao perfil já é feito no início do processo.
Assim, as redes sociais podem ajudar muito a encontrar uma nova oportunidade de trabalho. Para tanto, são importantes dois movimentos: Primeiro deixar que os outros saibam que quer uma oportunidade. Obviamente, só deve divulgar isso abertamente após já ter tido uma conversa com seu superior sobre o assunto. Outra alternativa é mostrar o que tem feito e sobre o que sabe ou pode contribuir. Cuidados a ter com os seus perfis nas redes sociais, ter o perfil actualizado (Formações / Habilitações Académicas etc..), cuidado com as opiniões publicadas porque um conjunto de comentários pode provocar uma má imagem sobre nós assim como, criar atritos ou confusões muitas vezes evitadas. Não entrar em “grupos” que puderam manchar a sua “imagem profissional”, cuidado com o excesso de exposição das informações que dá sobre si, assim como actualizações de estados e fotos, rever a sua lista de amigos e não aceitar tudo e todos só para ter um grande número de “Amigos” e um pormenor que falha na minha opinião em grande parte dos perfis disponíveis é apresentar a informação que partilhamos selectivamente, isto é por exemplo permitir só alguns elementos (grupos de contactos) terem acesso a informação mais “Privada”.
Todos devem usar as redes sociais quanto baste, e não usar de uma forma abusiva. E o principal objectivo é sabermos quando participamos numa rede social, o que vou mostrar de mim para os outros verem e qual o meu objectivo em participar nesta rede social.
Bem fica aqui a minha opinião sobre Recursos Humanos e Redes sociais, lamento mas como técnico de informática devo ter um prisma de visão talvez muito diferente das redes sociais que são uma “arma” muito poderosa para quem as utiliza para o bom ou para o mau, dependendo sempre das pessoas.
Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing Acedido a 19-1-2012
Imagem da capa http://www.maisnet.net/wp-content/flagallery/redes/ logos_redes_sociais.jpg Acedido a 1-1-2012
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terça-feira, novembro 22, 2011
Fixing Broken Data Links in ArcGIS 9
Of course you can always update the data source links individually: Right click on the layer> Properties> Source > Set Data Source…
But if there are a wack of broken data links the above method can be extremely tedious. What if a bunch of GIS data has been moved during some crazy corporate data reorganization? Fortunately, since ArGIS 9, the wise minds at ESRI have made it possible to fully fix broken data links outside ArcMAP in the ArcCatalog environment.
Here’s how:
1) Fire up ArcCatalog2) Navigate to your .MXD file
3) Right click on the .MXD
4) Select Set Data Sources…
The Set Data Sources window will pop up allowing you to change data sources individually under >New Data Source > Or you can > Select All and change the data sources using a Find and Replace method similar to what you would find in MS Word, Notepad etc… Thank goodness for ArcGIS 9.
ArcGIS atalhos no Arcmap
Accessing ArcMap menu commands
The following table lists shortcut keys for some common commands:
| Shortcut | Command | Menu |
| Ctrl + N | New | File |
| Ctrl + O | Open | File |
| Ctrl + S | Save | File |
| Alt + F4 | Exit | File |
| Ctrl + Z | Undo | Edit |
| Ctrl + Y | Redo | Edit |
| Ctrl + X | Cut | Edit |
| Ctrl + C | Copy | Edit |
| Ctrl + V | Paste | Edit |
| Delete | Delete | Edit |
| F1 | ArcGIS Desktop Help | Help |
| Shift + F1 | What's This | Help |
- To access the Main menu, press Alt and use the arrow keys to move through the menus; press Enter to make a selection.
- Press Esc to close a menu or dialog box.
Docking and undocking
- Hold down Ctrl while dragging a toolbar or dockable window to prevent it from docking.
Refreshing or suspending map drawing
- Press F5 to refresh and redraw the display.
- Press F9 whenever you want to suspend or pause drawing so you can make changes to your map without having the map redraw after each change. Press F9 again to resume drawing.
Dragging and dropping
- You can drag and drop or copy and paste multiple layers in the table of contents and between ArcMap sessions. You can also drag and drop or copy and paste data frames between ArcMap sessions.
- Layers that are dragged and dropped between data frames and ArcMap sessions are copied; hold down Ctrl while dragging and dropping to move layers between data frames and ArcMap sessions.
- Data frames that are dragged and dropped are moved; hold down Ctrl while dragging and dropping to copy them.
- Layers that are dragged and dropped inside a data frame are moved; hold down Ctrl while dragging and dropping to copy them.
- Use drag and drop to move layers in and out of a group layer within a data frame.
Navigating the table of contents with the keyboard
- F3 or clicking inside the table of contents puts the keyboard focus on the table of contents so you can navigate and interact with it.
- Esc or clicking the map puts the keyboard focus on the map.
- Home selects the first item in the table of contents.
- End selects the last item in the table of contents.
- Up/Down arrows move through the items in the table of contents.
- Left/Right arrows or the + and - keys expand or contract selected items. They also toggle between the tabs at the bottom of the table of contents when they have keyboard focus.
- Spacebar turns drawing of the selected layers on or off.
- Ctrl + Spacebar turns all the layers in the data frame on or off when a single layer is selected in the table of contents. If the selected layer is part of a group layer or a composite layer, such as an ArcIMS Image Service layer, all the members of that layer will be turned or on off. If multiple layers are selected, Ctrl + Spacebar works like Spacebar by itself and toggles only the selected layers on or off.
- F2 renames the selected item.
- F12 or Enter opens the selected item's properties dialog box. If the currently selected item is a heading, symbol, or label, the Layer Properties dialog box will open with the Symbology tab shown on top.
- Shift + F10 (or the Application key, if your keyboard has one) opens the context menu for the selected item.
- Use Shift + F1 or F1 to obtain context help when an item has keyboard focus or when the properties dialog box tab or a table of contents tab is selected.
- F11 activates a selected data frame, or hold down Alt and click a data frame to activate it.
- When there are multiple data frames in the map, use Ctrl + Tab to cycle through each data frame and activate it.
Selecting items in the table of contents
- Ctrl + click selects or deselects multiple layers or data frames.
- Shift + click selects all layers or data frames between two layers or data frames, within the same table of contents level.
Using mouse shortcuts in the table of contents
- Ctrl + click an expansion control (+/-) to expand or contract all the items at that level. If any items are currently selected, only the selected items are expanded or collapsed.
- Ctrl + click a check box to turn all the layers on or off at that level. If any items are currently selected, only the selected items are turned on or off.
- When dragging layers, hovering over an expansion control with the drop pointer expands or collapses any item.
- Right-clicking features, layers, and data frames always opens a context menu.
Fonte Arcgis
sexta-feira, abril 15, 2011
Datum73 para ETRS 1989
- PT73_E89.GSB Datum73 para ETRS89
- PTLX_E89.GSB Datum Lisboa (Hayford) para ETRS89
- PTLB_E89.GSB Datum Lisboa (Bessel) para ETRS89
- PTED_E89.GSB Datum ED50 para ETRS89
- Criar a pasta c:\Program Files (x86)\ArcGIS\Desktop10.0\pedata\ntv2\portugal\ (de acordo com o local de instalação do ArcGIS);
- Colocar lá o ficheiro PT73_E89.GSB;
- Na toolbox Data Management Tools / Projections and transformations executar Create Custom Geographic Transformation;
- Dar um nome à transformação;
- Clicar em Input Geographic Coordinate System; clicar em Select, escolher a pasta Geographic Coordinate System / Europe e escolher Datum73.prj;
- Clicar em Output Geographic Coordinate System; clicar em Select, escolher a pasta Geographic Coordinate System / Europe e escolher ETRS 1989.prj;
- Em Method escolher NTv2;
- Em Parameters/Values escrever portugal/pt73_e89.gsb e clicar OK.
domingo, março 14, 2010
moderna Saúde Pública
segunda-feira, janeiro 04, 2010
Ponto de orvalho
Em climatologia e meteorologia, o termo ponto de orvalho refere-se à temperatura a partir da qual o vapor d'água contido na porção de ar de um determinado local sofre condensação. Quando a temperatura do ar está abaixo do ponto de orvalho, normalmente dá-se a formação de névoa seca ou neblina. Pela equação abaixo.
![Pt(Orv)=\sqrt[8]{\frac{UR}{100}} \cdot[112 +(0,9 \cdot T)]+ (0,1 \cdot T)- 112](http://upload.wikimedia.org/math/5/c/c/5cc746a6d17cd344509a41b08efa19ae.png)
onde:
- Pt(Orv) = Ponto de orvalho em graus Celsius
- T = Temperatura em graus Celsius
- UR = Umidade relativa (em %).
válida somente se:
- 0 °C < T <>
- 1 < UR <>
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segunda-feira, dezembro 07, 2009
a-z-de-copenhaga
Adaptar-se a um mundo mais quente será inevitável. Diferentes países, porém, têm diferentes capacidades para adoptar medidas nesse sentido. A adaptação, quem a deve pagar e como, é por isso um tema central em Copenhaga.
“Bunkers”
No jargão internacional chamam-se international bunker emissions as emissões dos aviões e dos navios – que contruibuem com quase dez por cento da parcela humana no aquecimento global, mas que ainda não estão regulamentadas internacionalmente. Embora o assunto esteja nas mãos das agências internacionais da aviação (ICAO) e marítima (IMO), Copenhaga poderá trazer novidades sobre o assunto.
Comparabilidade
Um acordo pós-Quioto poderá incluir tipos diferentes de compromissos quanto à limitação das emissões de CO2. É preciso, por isso, garantir que sejam todos comparáveis entre si. A “comparabilidade” é uma palavra-chave nas negociações, estando já prevista no Plano de Acção de Bali, aprovado há dois anos.
6 de Dezembro de 2009 21:40
Conta-Corrente disse...
Dióxido de carbono
É o gás que mais pesa na contribuição humana para o aquecimento global. Através, sobretudo, da queima de combustíveis fósseis, a concentração de CO2 na atmosfera subiu de 280 partes por milhão (ppm) na era pré-industrial, para cerca de 385 ppm agora. Para tentar conter o aumento da temperatura da Terra a dois graus Celsius, a concentração deveria estabilizar em 450 ppm, aí incluídos outros cinco gases com efeito de estufa.
Emissões
Chegar a um consenso sobre metas de redução ou de limitação das emissões de gases com efeito de estufa será um dos pontos mais problemáticos de um novo tratado climático. O IPCC diz que, para uma estabilização a 450 ppm, é preciso que, até 2020, os países desenvolvidos reduzam as suas emissões em 25 a 40 por cento. Ao mesmo tempo, os países desenvolvidos têm de limitar “substancialmente” o aumento da suas emissões – a menos 15 a 30 por cento do que é esperado.
Financiamento
O financiamento à adaptação e à mitigação das alterações climáticas é outros dos pontos-chave das negociações. A União Europeia estima que os países em desenvolvimento vão precisar de 100 mil milhões de euros anuais de financiamento a partir de 2020. De onde virá o dinheiro e como será gerido é algo que está sobre a mesa.
6 de Dezembro de 2009 21:41
Conta-Corrente disse...
G77
Esta é a sigla que designa o grupo dos países em desenvolvimento nas conferências climáticas da ONU. Embora estas nações se apresentem unidas, divergem entre si em vários pontos, conforme os seus interesses particulares. Genericamente, insistem em que os países desenvolvidos devem ser os primeiros a reduzirem as suas emissões, enquanto ao resto do mundo deve ser reconhecido o direito ao desenvolvimento, com consequente aumento de emissões.
História
A história do papel humano nas alterações climáticas coincide com a história do desenvolvimento dos países hoje industrializados. Por isso é que as negociações têm por base as “responsabilidades diferenciadas” dos países em relação ao problema. Há pelo menos uma proposta que sugere que eventuais metas de Copenhaga sejam baseadas numa repartição conforme as emissões históricas de cada país.
IPCC
É a sigla, em inglês, do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (Intergovernmental Panel on Climate Change) – criado em 1988 pela ONU e pela Organização Meteorológica Mundial. Publica periodicamente relatórios sobre o que se sabe acerca do aquecimento global, os quais são depois tomados como a base científica para as negociações. Os próprios governos estão envolvidos na redacção do “sumário para decisores políticos”, uma síntese consensual dos relatórios científicos. O último, de 2007, concluiu que há 90 por cento de probabilidade de haver uma contribuição humana no aquecimento global.
6 de Dezembro de 2009 21:42
Conta-Corrente disse...
Jornalistas
A conferência de Copenhaga atrairá uma multidão de jornalistas do todo o mundo e promete ser um dos eventos mais mediáticos da diplomacia ambiental. Na última conferência similar mais importante – a de Bali, em 2007 – foram acreditados cerca de dois mil membros de órgãos de comunicação social.
Legalmente vinculativo
É isto o que se espera das negociações: que cheguem a um acordo internacional legalmente vinculativo. Já poucos acreditam, no entanto, que este resultado seja alcançado agora em Copenhaga. Talvez se possa chegar a um resultado “politicamente vinculativo”, como um passo intermédio, e concluir o tratado propriamente dito numa conferência suplementar em meados de 2010.
Mitigação
A palavra mitigação refere-se a tudo o que pode ser feito para limitar o aumento da concentração de gases com efeito de estufa na atmosfera. Envolve tanto a redução das emissões na indústria e nos automóveis, por exemplo, como mecanismos alternativos para retirar dióxido de carbono da atmosfera – como a gestão de florestas ou a captura e armazenamento de CO2 em depósitos subterrâneos.
6 de Dezembro de 2009 21:43
Conta-Corrente disse...
Negociações
Estão em curso desde a conferência climática de Bali (COP13), em 2007. Houve várias rondas negociais, a última das quais agora, em Barcelona (2 a 6 de Novembro de 2009). Paralelamente, os países que mais emitem CO2 têm discutido o assunto em outros fóruns, como o Major Economies Meeting (MEM), as reuniões do G8 e do G20, e em eventos especiais promovidos pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Em Copenhaga, as negociações começam em grupos de trabalho e são decididas em plenários, com muitas consultas informais pelo meio, para desbloquear os pontos mais quentes.
ONU
Tem centralizado todo o debate formal sobre a cooperação internacional no âmbito das alterações climáticas. Em 2007, temeu-se que surgisse uma via paralela, quando o então Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, criou o Major Economies Meeting (MEM), com os países que mais emitem CO2. Mas afinal, o MEM acabou por afinar pelo diapasão da própria agenda da ONU.
Portugal
Portugal teve um papel central no lançamento das actuais negociações, dado que estava na Presidência europeia durante a decisiva conferência de Bali. Embora tenha, agora, uma protagonismo mais marginal, integrando-se nas posições conjuntas da União Europeia, a experiência negocial desenvolvida em Bali pode ser útil em Copenhaga.
6 de Dezembro de 2009 21:44
Conta-Corrente disse...
Quioto
O Protocolo de Quioto foi assinado em 1997, mas só entrou em vigor em 2005, após oito anos de discussões sobre os seus detalhes de funcionamento. Fixou metas de redução de emissões de carbono para os países industrializados, entre 2008 e 2012, em relação a 1990. Os Estados Unidos, porém, nunca ratificaram o acordo, comprometendo a meta global de 5,2 por cento de redução. Tecnicamente, Quioto não precisa morrer para que nasça um novo acordo climático – e estão em curso negociações sobre metas para um novo período de cumprimento pós-2012. Mas o mais provável é que seja de facto substituído, com as suas bases essenciais eventualmente vertidas para um novo tratado.
REDD
É a sigla para a redução das emissões da desflorestação e degradação da floresta nos países em desenvolvimento – outro tema central em Copenhaga. O que se discute é como incentivar a manutenção da floresta e como valorizar este esforço – por exemplo, pela contabilização de créditos transaccionáveis de emissões de CO2.
Sustentabilidade
O conceito do desenvolvimento sustentável está inerente ao processo de discussão de um novo acordo climático. Já o estava antes: a palavra “sustentável” aparece cinco vezes no Protocolo de Quioto e também cinco vezes no Plano de Acção de Bali, aprovado em 2007.
Tecnologia
O combate às alterações climáticas depende em boa parte de novas tecnologias, sobretudo na área da energia. Muitas já existem, outras terão de ser desenvolvidas ou aperfeiçoadas. O ponto mais crítico do debate é definir sob que moldes e a que custo será assegurada a transmissão dessas tecnologias para os países em desenvolvimento, onde elas mais são necessárias.
Urgência
A experiência passada deixa claro o porquê de tanta pressa para se chegar a um acordo em Copenhaga. Depois da Convenção Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, adoptada em 1992, foram precisos cinco anos até se chegar ao Protocolo de Quioto, e depois mais oito para que este entrasse em vigor. Quioto termina em 2012, portanto só há três anos para pôr o seu eventual substituto a funcionar.
Visão partilhada
Na conferência de Bali, em 2007, ficou definido que as negociações para um novo acordo climático deveriam incorporar uma “visão partilhada” sobre a cooperação mundial, incluindo uma meta global para redução de emissões. Na prática, o horizonte de “longo prazo” será possivelmente 2050 e o número mais falado tem sido o de 50 por cento de redução do CO2 a nível global. Embora não haja, por ora, nada definido, um compromisso para este prazo dilatado poder ser mais fácil de obter do que para metas mais imediatas, até 2020.
Xerife
O holandês Yvo de Boer – o secretário executivo da Convenção Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas – é uma espécie de “xerife” das negociações. Embora a conferência de Copenhaga seja presidida pelo Governo da Dinamarca, cabe ao secretário executivo coordenar todo o processo formal das discussões, ao mesmo tempo exercendo pressão para um resultado satisfatório.
ZZZ...
Se chegou a este ponto deste A a Z, pode ir dormir descansado: já sabe o essencial sobre a conferência de Copenhaga. R.G.
Fonte corta Corrente
domingo, dezembro 06, 2009
segunda-feira, novembro 23, 2009
Blended learning

O blended learning, ou B-learning, é um derivado do E-learning, e refere-se a um sistema de formação onde a maior parte dos conteúdos é transmitido em curso à distância, normalmente pela internet, entretando inclui necessariamente situações presenciais, daí a origem da designação blended, algo misto, combinado.
Pode ser estruturado com atividades síncronas, ou assíncronas, da mesma forma que o e-learning, ou seja, em situações onde professor e alunos trabalham juntos num horário pré-definido, ou não, com cada um a cumprir suas tarefas em horários flexíveis. Entretanto o blended learning em geral não é totalmente assíncrono, porque exigiria uma disponibilidade individualizada para encontros presenciais, o que dificulta o atendimento.
Vantagens do B-learning
- Melhor integração pessoal entre os participantes, com consequente troca de experiências.
- Possibilidade de desenvolver dinâmicas coletivas.
- Eventual redução de custos com a formação de grupos, a permitir que toda uma turma inicie o curso e termine no mesmo prazo.
- Melhor capacidade de avaliação dos alunos, em situações ao vivo, especialmente quando o objecto da formação envolve performance de relacionamento e postura do aluno frente ao público.
- Possibilidade de realizar trabalhos de campo e visitas técnicas a locais de interesse.
- Humanização da relação entre a instituição e os alunos.
- Melhores resultados de aprendizagem dentro de prazos estabelecidos, com meios mais diversificados e colaboração entre os alunos mais intensa.
Problemas e riscos do B-learning
- necessidade de organizar turmas presenciais, para redução de custos, com datas definidas, pode limitar o acesso de alunos individuais que queiram estudar programas de forma independente e com prazos mais flexíveis, como no caso do E-learning.
- o curso pode ter um professor a distância (online) e outro professor diferente em aulas presenciais (em alguns casos usam-se múltiplos professores presenciais de acordo com cada tópico), o que pode gerar desagregação da relação professor aluno, e criar situações de falha de comunicação e avaliação, debilitar o relacionamento institucional e tornar a liderança indefinida, com resultado inverso ao da humanização pretendida.
- desvalorização do papel do professor à distância e excessiva valorização do professor presencial. Frequentemente o professor à distância tem a função de tutor, ou seja, não é o principal responsável pelos conteúdos, mas apenas pela relação do aluno com o sistema pedagógico. Já o professor presencial tem mais protagonismo, entretanto não sendo ele quem atende os alunos à distância, os alunos ficam desamparados dos dois lados: aquele que domina o conteúdo não faz atendimento, e quem faz o atendimento não domina totalmente o conteúdo.
Fonte Wiki
quinta-feira, novembro 12, 2009
Praxe académica
No que consiste
A praxe académica é um conjunto amplo de tradições, usos e costumes que se praticam e repetem ao longo dos anos no foro universitário, e cuja Alma Mater é Coimbra. Fortemente ligada ao conceito de praxe académica, está a tradição de integrar os caloiros na sua nova escola e nos próprios costumes, pelo que a praxe tem também um ritual iniciático fortemente hierarquizado. Esta ligação é forte de tal modo que por muitas vezes se confunde o conceito de praxe, que é o conjunto de todas as tradições e rituais com o de "gozo ao caloiro". Actualmente, as actividades de recepção ao Caloiro tem sofrido forte contestação e gerado enorme polémica, chegando a haver o instaurar de diversos processos-crime, em razão de práticas que, afinal de contas, nada têm a ver com os ritos iniciáticos da praxis académica.
Associado à praxe académica, está o mote Dura Praxis, Sed Praxis - a praxe é dura, mas é praxe! - baseada no mote latino Dura Lex, Sed Lex .
Origens
A actual praxe académica surge na Universidade de Coimbra. Tem como base uma jurisdição especial (o "foro académico", distinto da "lei civil"), a qual era aplicada por um corpo policial próprio - os Archeiros - sob tutela das autoridades universitárias. O seu papel era o de zelar pela ordem no campus e fazer cumprir as horas de estudo e recolher obrigatório por alunos e professores, sob pena de prisão, sobrepondo-se às autoridades policiais civis. Também tinha a incumbência de evitar a entrada na Universidade dos habitantes da cidade que não fossem estudantes ou professores.
Em 1727, devido à morte de um aluno, D. João V proíbe as investidas feitas pelos veteranos (qualquer aluno com mais de uma matrícula na Universidade): "Hey por bem e mando que todo e qualquer estudante que por obra ou palavra ofender a outro com o pretexto de novato, ainda que seja levemente, lhe sejam riscados os cursos."
No século XIX, o termo "investida" dá lugar aos termos "caçoada" e "troça". Os episódios de violência sucedem-se, com os novos alunos a serem rapados ou obrigados a cantar e a dançar e chega mesmo a haver confrontos físicos com os mais velhos.
Com o fim da polícia universitária em 1834, os estudantes decidem criar uma adaptação desta força policial académica e recuperar os rituais de iniciação. Assim, após o toque vespertino da "cabra" - um dos sinos da torre da Universidade - patrulham as ruas da cidade, em busca de infractores, organizados em "trupe". No final do século XIX, surgem novamente relatos de violência entre estudantes, relacionados com os rituais de iniciação, onde os novos alunos eram obrigados a cantar e dançar, e em que era também frequente cortar-lhes o cabelo. Num destes episódios, um dos praxistas é morto por um caloiro.
A praxe foi entretanto interrompida durante alguns períodos. Durante a Implantação da República a praxe é abolida devido à oposição dos estudantes republicanos, sendo reposta em 1919.
Do século XX à actualidade
Durante o século XX a Universidade de Coimbra tornou-se um centro de luta contra o Salazarismo e a Guerra Colonial. As consequentes represálias culminaram no Luto Académico, em 1961, que levou à suspensão de todas as actividades académicas. Com o fim do regime a 25 de Abril de 1974 a praxe e todo o tipo de actividades académicas, como as festas académicas e até mesmo as tradições académicas foram em muitas academias proibidas. Na altura estudantes ligados à esquerda defendiam a tese que a praxe alienava os estudantes da luta política, por isso sempre foram contra. O ressurgimentos das praxes apenas ocorre no final do anos 70 quando estes estudantes começam a perder peso dentro das academias, principalmente da de Coimbra. Nesta altura, a praxe acaba por se estender para todo o país, deixando de ser um ritual próprio de Coimbra.
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto é um exemplo de uma instituição que voltou a re-implantar a tradição do traje académico, durante uns anos através da comissão de praxe da Faculdade de Letras e da Faculdade de Engenharia. Actualmente alguns alunos daquela faculdade são praxados em conjunto com os da Faculdade de Arquitectura que é reconhecida como membro da Academia do Porto. Estas duas faculdades são dois exemplos, entre vários, de instituições de ensino superior onde a recepção aos novos alunos é realizada pela Associação de Estudantes, não havendo lugar a praxes. Na cidade de Lisboa a adesão à praxe aumentou mas lentamente, devido também em parte à imensidão da própria cidade e ao facto de não ser uma cidade académica, como Coimbra ou Évora. Duas excepções são as Faculdades de Ciências e de Farmácia da Universidade de Lisboa, regendo-se por códigos de praxe próprios e tentando respeitar e reavivar a tradição. No entanto, devido à volatilidade própria do meio estudantil, é difícil precisar actualmente qual é a adesão à praxe em cada Universidade.
Têm sido frequentes os relatos de violência física e psicológica cometidos sobre os 'caloiros', tanto nas grandes universidades como nos estabelecimentos de menor dimensão[1]. Os movimentos anti-praxe que entretanto surgiram opõem-se às tradições da Praxe, remetendo para aspectos obscuros e desonrosos destas tradições. Afirmam que o número de relatos é inferior ao número de incidentes que realmente acontecem, enquanto que aqueles vinculados à Praxe negam vigorosamente estas acusações. Assim a sociedade vê-se também dividida entre as duas versões, mantendo-se o actual status quo. Note-se que estes movimentos se opõem ao "gozo ao caloiro" e não a outras actividades académicas mais inofensivas, tais como a Benção de Finalistas, o Baile de Finalistas, as festas académicas, a Queima das Fitas ou a Semana Académica, os jantares académicos, entre outras. Regra geral a adesão à Praxe dos estudantes e a sua participação nas actividades académicas (incluindo o "gozo ao caloiro") tem sido elevada.
Praxe nas escolas básicas e secundárias
Ao longo da adolescência (idades entre os 10 e os 15 anos), as praxes acompanham a vida de um estudante, deixando muitas vezes traumas psicológicos e por vezes até mesmo físicos. No ensino básico, a praxe mais comum, é a utilização de marcadores para riscar a cara e/ou os braços do caloiro. Porém, as praxes nestas idades, podem utilizar outro tipos de produtos (como farinha, ovos, etc). Já no secundário, a praxe sobe de nível, mantém-se a utilização de marcadores para riscar os caloiros, e atiram-se ovos podres, farinha, azeite, vinagre, etc. As novidades são a confecção de sprays (mal cheirosos, ou somente nojentos), para borrifar os caloiros. O acto de submeter um caloiro a humilhação e submissão, também é prática comum.
Contestação
É difícil precisar quando surgiu pela primeira vez a contestação à praxe. Teófilo Braga, que viria a ser Presidente da República, relatava como no seu tempo os estudantes faltavam às aulas para fugir à praxe. Segundo ele, "Enquanto o estudante vivia em Coimbra, envolvido ou exposto às sangrentas investidas, tinha de andar armado até aos dentes". Em 1902, um grupo de anti-praxistas liderados por José de Arruela consegue acabar com o canelão, prática que consistia em agredir os novos alunos à canelada (daí o nome) ao passarem na Porta Férrea, único acesso ao complexo universitário. Em 1903, Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão assinam, em conjunto com outros estudantes, um "manifesto anti-praxe".
A década de 90
Na década de 90 surgem movimentos organizados de combate à praxe, o Movimento Anti «Tradição Académica» (MATA) e o Antípodas.[2] Estes movimentos juntam estudantes na contestação às tradições académicas e têm conseguido criar um clima de debate em torno da praxe, que até aí era assunto tabu.
O filme Rasganço
Em 2000 estreia o filme "Rasganço", de Raquel Freire. Apesar de não conter uma mensagem anti-praxe, o filme é por vezes crítico em relação ao fechamento da Universidade de Coimbra. O Conselho de Veteranos emite um comunicado contra a película.
O manifesto anti-praxe de 2003
Em 2003, o MATA, o Antípodas e a República Marias do Loureiro, de Coimbra[3], juntam-se para elaborar um manifesto anti-praxe[4]. O manifesto foi assinado por dezenas de personalidades, tais como Eduardo Prado Coelho, Baptista Bastos, Pedro Abrunhosa, Pacman, Rosa Mota, Vitorino, José Luís Peixoto, Manuel Cruz, Miguel Guedes e Sérgio Godinho.
As cartas do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
No início do ano lectivo de 2008 o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, enviou uma carta a todas as universidades e institutos politécnicos onde afirma que «a degradação física e psicológica dos mais novos como rito de iniciação é uma afronta aos valores da própria educação e à razão de ser das instituições de ensino superior e deve pois ser eficazmente combatida por todos, estudantes, professores e, muito especialmente, pelos próprios responsáveis das instituições» e sublinha que «a extraordinária gravidade de algumas das ocorrências verificadas, de que resultou, nalguns casos, a própria incapacidade permanente de jovens estudantes, impõe hoje uma nova atitude de responsabilidade colectiva nesta matéria e não permite qualquer complacência com actos que — podendo e devendo ser prevenidos — revelam no espaço do ensino superior português insuportáveis violações do Estado de Direito.»[5]
No início do ano lectivo de 2009 o Ministro, escrevendo de novo às instituições de ensino superior, considera que as praxes «embora afirmando uma intenção de integração dos novos alunos, mais não são que práticas de humilhação e de agressão física e psicológica de índole manifestamente fascista e boçal, indignas de uma sociedade civilizada e inconcebíveis em instituições de educação.» e afirma que «a degradação física e psicológica dos mais novos como rito de iniciação é uma afronta aos valores da própria educação e à razão de ser das instituições de ensino superior e deve ser eficazmente combatida por todos: estudantes, professores e, muito especialmente, pelos próprios responsáveis das instituições.» fazendo igualmente um apelo às associações de estudantes «que num passado ainda bem recente, e em condições difíceis, pugnaram pelos valores da liberdade e da dignidade humana, espera-se um contributo activo, não só não acolhendo nem apoiando acções que, a coberto de pseudo intenções de integração dos jovens estudantes põem objectivamente em causa aqueles valores, como promovendo iniciativas no sentido de uma verdadeira integração na comunidade académica.» [6]
Os julgamentos dos praxistas
A comunicação social tem denunciado vários casos de violência no âmbito das «praxes académicas», onde, entre outros, se contam o de uma estudante de Santarém que foi coberta com excrementos depois de se ter declarado anti-praxe[7], ou o de estudantes das escolas superiores agrárias de Coimbra e de Elvas que ficaram com danos físicos graves irreversíveis. A estudante recorreu aos tribunais e os praxistas foram punidos, naquele que foi o primeiro julgamento relacionado com a praxe.[8]
terça-feira, novembro 10, 2009
Wind Chill

Quando caminhamos, de inverno, contra o vento temos a sensação que a temperatura é muito inferior à medida pelos termómetros. Isto fica a dever-se à dissipação de uma pequena "camada de calor radiante" que nos acompanha quando não há vento.
À temperatura que sentimos, diferente da temperatura real, chama-se efeito de Wind chill..
A expressão que permite calcular este índice em função da temperatura T e da velocidade do vento V é

A partir deste modelo criaram-se tabelas de leitura rápida
.e gráficos relacionando estas duas variáveis.

Fonte: Instituto de Meteorologia , onde se pode utilizar uma calculadora de Wind chill
CALCULE O ÍNDICE WIND CHILL
| Utilize a calculadora para vizualizar o valor do WindChill. |
| Calcular WindChill, utilizando a temperatura do ar e intensidade do vento. Ver mais» |
| Nota: Só são aceites: valores da temperatura do ar entre 10ºC e -30ºC valores do vento igual ou superior a 5 km/h |
Fonte Meteo & Blog a matematica anda por ai
quarta-feira, novembro 04, 2009
Licenciatura em Segurança Comunitária
Curso autorizado pelo MCTES, adequado às regras do EEES – Espaço Europeu de Ensino Superior (licenciatura em 3 anos), publicado em Diário da República com o Despacho nº 24371/2008 de 29 de Setembro e reformulado pelo Despacho n.º 23192/2009 de 21 de Outubro.
A Licenciatura em Segurança Comunitária, curso de 1.º ciclo, multi e transdisciplinar em Portugal, manifestamente inovador, tem como objectivo fundamental dotar os estudantes com capacidades e competências ao nível do entendimento dos diversos fenómenos e situações geradoras de riscos e a gestão desses riscos. Integrando o curso a análise da conjugação de factores que produzem o risco, a compreensão da vulnerabilidade, os métodos de avaliação e previsão da catástrofe, as medidas de prevenção, a gestão da crise e as estratégias de mitigação após o desastre. Haverá uma especial ênfase na criação das condições para fomentar uma maior cultura de segurança, tendo como finalidade última a redução da vulnerabilidade individual e colectiva.
O Curso de 1.º Ciclo em Segurança Comunitária desenvolve uma formação teórica e uma formação aplicada numa perspectiva integrada de todos os riscos e ameaças à segurança das populações e do seu património arquitectónico.
O seu plano curricular permite desenvolver diversas competências tais como:
i) avaliação e gestão de riscos ambientais, biológicos, profissionais, sociais e políticos;
ii) planeamento da prevenção de risco e da gestão de emergência.
Esta Licenciatura é particularmente recomendada para todas as pessoas que pretendam exercer, ou já exerçam, actividade profissional nas áreas da protecção civil, saúde pública, higiene e segurança no trabalho, assim como nas forças de segurança.
Este curso procura também desenvolver capacidades de empreendedorismo que apoiem a criação, por parte dos estudantes, de iniciativas empresariais próprias e inovadoras respondendo a novos segmentos do mercado de serviços e de produtos.
O modelo de ensino aprendizagem é realizado em ambiente de blended-learning através da nossa plataforma de e-learning facilitando a participação de alunos trabalhadores-estudantes ou gestores com pouca disponibilidade horária.
Saídas Profissionais
As saídas profissionais para os licenciados em Segurança Comunitária encontram-se em todas as instituições públicas e privadas que desenvolvam actividades nas áreas acima referidas, nomeadamente os serviços de protecção civil, dos serviços de bombeiros, organismos de saúde pública, autarquias, instituições e empresas e ainda nas redes e nodos de comunicações rodoviárias, ferroviárias, marítimas e aéreas.
Vagas
Por cada ano lectivo são admintidos 30 alunos
Plano Curricular
1º semestre 2º semestre Introdução às Ciências Cindínicas Riscos Naturais e Tecnológicos Introdução às Ciências do Ambiente Riscos Sociais e Profissionais Física e Química Aplicada à Segurança Geopolítica Estatística Noções de Saúde Pública Legislação, Regulamentos e Normas 3º semestre 4º semestre Técnicas de Planeamento em Segurança e Higiene do Trabalho Prevenção de Riscos sobre o Património Técnicas e Planeamento em Protecção e Socorro Planeamento do Território e Prevenção de Riscos Segurança e Defesa Tecnologias da Informação Geográfica Aplicadas à Avaliação e Prevenção de Riscos Introdução à Protecção Civil Protecção e Segurança Urbanas 5º semestre 6º semestre Elaboração, Gestão e Avaliação de Projectos Projecto Gestão de Recursos Humanos Estágio Teoria e Técnicas de Informação e Comunicação Sistemas de Apoio à Decisão
Fonte Iscia

